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Competitive Intelligence & Perceptions Management
num Blog-Notas, para tornar o obscuro bastante mais...

CLARO
Thursday, 31 August 2006

GALP: A Ironia das Coisas...

Em nome de um "interesse nacional" nunca definido nem explicado, Ferreira de Oliveira fez tudo para impedir a entrada da Carlyle na Galp... Agora, está montado um cenário em que o mesmo Ferreira de Oliveira vai presidir a uma Galp "putinizada" pelo gigante russo Gazprom!

A Galp, cujos interesses externos são atlânticos e marítimos, continentaliza-se... Ferreira de Oliveira fez uma guerra total a Washington e agora (com Américo Amorim) prepara a entrega da Galp a Moscovo!

Wednesday, 30 August 2006

 

A Ironia das Coisas...

A EUROPA ESTÁ MUITO DOENTE

Fosse eu a dizê-lo e teria logo uma caterva de assalariados e avençados do "europeísmo" (por mim, sempre fui europeu e nunca europeísta...) a sacar dos seus "revólveres"... É um reflexo pavloviano que, coitados, por razões bem sonantes já se lhes colou à pele. Mas não, não sou eu, quem o diz é o governo de um estado fundador e membro principal do informal "comité director da UE"... E não está com meias palavras, diz mesmo com as letras todas! É conveniente ler atentamente e meditar para tirar conclusões...

La France tire à boulets rouges

 sur le fonctionnement de l'UE


Le fonctionnement de l'Union européenne est "préoccupant" : tel est le terme employé mardi par Catherine Colonna.

La ministre déléguée aux affaires européennes, qui s'exprimait devant les ambassadeurs de France, réunis à Paris pour leur conférence annuelle, a notamment affirmé que l'UE lui semblait "atteinte d'une sorte de maladie de langueur, de fatigue généralisée, qui n'augure rien de bon de sa capacité future à répondre aux attentes des peuples si nous ne trouvons pas rapidement les moyens de lui donner une nouvelle impulsion".

Et de déplorer un mode de fonctionnement "de plus en plus intergouvernemental" et "une méfiance quasi-générale vis-à-vis de l'intégration, qui a longtemps été tenue comme un objectif".

  La France tire à boulets rouges sur le fonctionnement de l'UE

José Mateus Cavaco Silva at August 30, 2006 19:10 | link | comments
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BOAS NOTÍCIAS...

Google lance une offre de services Internet gratuits pour les entreprises, comprenant du mail, de la messagerie instantanée et un calendrier. Enrichie bientôt d'un tableur et d'un traitement de texte, elle pourrait concurrencer Office dans les PME ou l'éducation. Lire >>

  Bruxelles déplore l'attitude de Madrid dans le dossier E.ON/Endesa

MÁS NOTÍCIAS...

Déjà des nuages après l'embellie
 
L'accélération vigoureuse de la croissance enregistrée dans l'Euroland au deuxième trimestre ne devrait pas se poursuivre longtemps. De nombreuses menaces s'accumulent...

  Les consommateurs américains n'ont pas le moral

Attaques ciblées et usurpation d'identité: les nouvelles bêtes noires des entreprises

On savait déjà que les attaques de réseaux d'entreprises par des virus ou des spywares étaient monnaie courante. Mais selon une étude menée par l'entreprise Phoenix Technologies qui s'appuie sur...   >Suite

José Mateus Cavaco Silva at August 30, 2006 18:47 | link | comments
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 Inteligência Inovadora e Exemplar

OS SEMINÁRIOS DA ACADEMIA MILITAR

   

Homeland Security e Desenvolvimentos Comerciais: Aspectos da Cooperação Público-Privada e Nacional–Internacional
Dr. Sérgio Parreira de Campos, Vice-Presidente EMPORDEF

Download em PDF PC

Business Intelligence e Competitive Intelligence: Fundamentos para a Competitividade Nacional
Engenheiro Luís Mira Amaral, Economista e Consultor

Download em PDF LMA

Protecção das Infra-estruturas Críticas de Informação
Professor Doutor Lars Nicander, Suécia

Download em PDF LN

Segurança das Infra-estruturas de Informação: Novos Domínios de Responsabilidade e da Ameaça
Professor Henrique dos Santos, Universidade do Minho

Download em PDF HS

 China: Análise e Alerta na

" China's Next Great Thing

Though China's factories fill our shelves, it has yet to produce truly powerful global companies or brands. That's about to change.

Has China arrived as a great business competitor? Consider this: You probably aren't using a Lenovo personal computer or a Ningbo Bird cell phone. You may not even have heard of Haier appliances. Chinese-made goods fill American store shelves--but not Chinese brands. China, for all its very real progress and promise, has yet to establish a truly powerful global company.

That isn't so surprising given that China only embraced markets in the 1980s. Its older, state-run companies don't have much to sell overseas, and its best young companies don't yet have the capital and savvy to operate abroad. It's difficult, too, to build a brand in a country where intellectual property is not protected. So Chinese companies have mostly stayed at home, competing brutally there on price. Meanwhile, half of China's exports to the United States are made in factories owned by foreigners; another 25% are designed and marketed abroad.

But global Chinese companies and brands will emerge sooner than you think. They are, in fact, beginning to appear now. They will be pragmatic hybrids, multinational in origin and pieced together from several companies--and quite powerful because of that lineage. Their appearance will be a crucial litmus test: China then will compete with us on all fronts, not just in production. The biggest remaining piece of the global competitive game will be in place.

Chinese companies are advancing quickly in a unique era of fluid value chains. Disintegrating global companies have put proprietary technology up for sale; as a result, developing Chinese companies can leverage the strengths of established businesses. A Chinese automaker can buy a product development team from Italy. Shanghai steelmaker Baoshan buys the best Japanese equipment and technology.

Western companies will also provide established brands that China's companies will ride into global markets. French-owned Thomson, which also owns the RCA brand, and TCL are merging their television businesses into a huge manufacturer with a mixed management team. Li & Fung, based in Hong Kong, will now design, source, and distribute Levi's brand apparel for Wal-Mart. High-cost American and European companies are marrying their still-valuable brands to low-cost Chinese manufacturing..." Continuar a ler AQUI 

E ainda na :

* THIS WEEK'S COVER STORY

Ebay Heads East
poll_header  

Anunciado Buraco à Sexta

"O INDEPENDENTE"... MUITO PENDENTE!

José Mateus Cavaco Silva at August 30, 2006 14:34 | link | comments
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Depois da CP, a EMEF... Next?

ARRUMAR A CASA

A secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, lá vai devagarinho arrumando a casa e fazendo as limpezas indispensáveis... para colocar nos carris um universo empresarial ainda poluído por uma velha cultura majestática e baseada num monumental défice como coisa normal. Depois da CP, chega a vez da EMEF...

José Mateus Cavaco Silva at August 30, 2006 14:24 | link | comments
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Tuesday, 29 August 2006

Porque se degrada a Marca Portugal

O Henrique Agostinho continua, com meticulosa regularidade a sua saga de explicar ao povo e às criancinhas e outros pós-graduados e doutorados os "mistérios" da desgraçada "marca portugal". Hoje, disseca:Porque se degrada a Marca Portugal.

"  Porque é que não se gere a marca com eficácia? Porque as organizações acreditam que a maquilhagem é substituto para a ginástica.

A Marca Portugal é, hoje, um factor de desvantagem competitiva do País. De verdade, se se demonstra que os produtos do País se vendem mais caros por mudarem de etiqueta para omitir, ou disfarçar, a sua nacionalidade. Então, a Marca Portugal não só não é o factor de impulsão do comércio externo que deveria ser, como é o perigoso contrário, é um lastro, uma desvantagem.

Ora, ter uma marca que é um empecilho costuma ser um sinal bastante claro da inoperância do Departamento de Marketing. A não ser que combater o galopante défice da balança comercial não seja a tarefa que se espera de quem gere a marca. Quem estiver de fora, julgará evidente que o único objectivo de aprimorar uma marca é com isso melhorar as suas vendas. No entanto, para desgosto de La Palisse, nem sempre quem gere as marcas procura mais vendas, deixando os demais a interrogar-se se não é para as empresas ganharem mais dinheiro, para que se dão ao trabalho?

Esses gestorzecos que não procuram mais vendas para os seus produtos, fazem-no porque procuram vender-se antes a si próprios. Como tal, sacrificam a qualidade dos produtos que promovem, à exibição dos seus egos ou talentos. Mas esta resposta levanta outra pergunta: se são evidentes os desviantes resultados das iniciativas..."     Continuar a ler AQUI

"EXPRESSO", BREVEMENTE

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José Mateus Cavaco Silva at August 29, 2006 20:50 | link | comments
Tags: media

MMM1960.jpg

Marilyn Monroe, 1960...  Maneira única de enfrentar as câmaras.

Muitos anos depois, Scarlett Johansson...

ScarlettJohansson3.jpg

 

José Mateus Cavaco Silva at August 29, 2006 19:23 | link | comments
Tags: fotos e vídeos

Günter Grass, SS e Stasi...

O CASO AGRAVA-SE!

Entra em cena a Stasi! A famigerada secreta da ex-RDA já aparece na estória Grass/SS... E, tudo o indica, os dossiers da Stasi vão, pelo menos parcialmente, ser abertos ao público até Março próximo pelo que, sugere um jornal de Colónia, citado pelo Le Point, o timing da "revelação" de Grass, aue proíbira até agora o acesso ao seu dossier, é perfeito! A notícia do Le Point:


La Stasi était-elle au courant ?
L es dossiers de la Stasi contiennent-ils les preuves que Günter Grass avait brièvement appartenu dans sa jeunesse à un régiment de Waffen SS ? Et est-ce pour aller au-devant d'une révélation explosive que le Prix Nobel de littérature 1999 s ...

O Le Point aponta ainda, aqui ,a posição que Grass teve "de s'accrocher jusqu'au bout, avec un acharnement si mystérieux, à la criminelle fiction d'une RDA qu'il fallait préserver, disait-il, de la « colonisation » par la RFA et l'Amérique"...

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O documento americano do prisioneiro de guerra, Gunter Grass, das Waffen SS...

José Mateus Cavaco Silva at August 29, 2006 09:51 | link | comments
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Friday, 25 August 2006

Muito Curiosa Esta

AMEAÇA CHINESA

"Des émissaires de groupes chinois du textile démarchent les artisans de la région pour récupérer leurs métiers à tisser. Une fois démontées et acheminées, ces machines centenaires, grandes comme des orgues d'église, auraient fabriqué à prix cassé de la dentelle de Calais made in China. « Si on avait laissé partir les métiers à tisser, c'est tout un pan de l'activité artisanale du nord de la France qui disparaissait, menaçant l'emploi de 1 600 familles », explique Bernard Besson, contrôleur général de la police, qui a piloté le dossier pour le compte de la mission Intelligence économique du Secrétariat général de la Défense nationale."

 in  Le Point

Muito bom texto, síntese notável a que publica François-Bernard Huyghe, com o título "Definir a inteligência económica, uma noção em plena evolução". Mas, nesta evolução e como nota Huyghe, a inteligência económica ganha cada vez mais um carácter estratégico e evolui para... inteligência estratégica. De destacar ainda, a forma como, no terceiro volet da I.E. (e que reforça decisivamente o carácter estratégico da I.E.),  Huyghe trata a função decisiva e a integração do "perceptions management", embora sem dizer o nome...

Définir l'intelligence économique

Une notion en pleine évolution

D'une vision centrée sur le renseignement, l'intelligence économique évolue vers une conception intégrant à la fois l'information stratégique, les rapports géopoligiques, les facteurs idéologiques et culturels de la guerre économique, l'infostratégie

L’Intelligence économique (souvent réduite à ses initiales « IE ») est la version française de ce que les Anglo-Saxons nomment competitive intelligence. Dans notre pays, la notion est apparue en 1994 dans un rapport d’Henri Martre. Celui-ci insistait sur la notion «de recherche, de traitement et de distribution, en vue de son exploitation, de l’information utile aux acteurs économiques». Afin de bien distinguer l’IE de l’espionnage industriel, le rapport soulignait que cette quête du renseignement pertinent devait se faire dans le respect de la légalité.

L’intelligence économique est d’abord interprétée comme l’art de savoir ce qui servira à être performant, à conquérir des marchés,… Cette notion évolue au cours de la décennie 90 en même temps que les notions de mondialisation et de société de l’information mais aussi de risque informationnel, d’hypercompétitivité… Le champ de l’intelligence économique s’élargit ; il ne s’agit plus de bien protéger ses secrets ou de faire de bonnes fiches sur l’actualité technologique, la concurrence, la législation d’un État, les brevets… ; il faut que toute stratégie économique, qu’elle soit d’État ou d’entreprise, intègre de nouveaux facteurs: les impératifs de l’économie de l’information et de la connaissance, la fragilité du patrimoine informationnel d’une entreprise, mais aussi de ses systèmes d’information, de sa réputation, la dépendance de ses activités à l’égard de l’opinion, des médias, des Ong, des nouvelles exigences (sécuritaires, éthiques, environnementales) de la société civile, les nouveaux rapports de protection et de coopérations entre l’État stratège et ses entreprises les plus sensibles, les facteurs culturels du comportement économique…

Il n’est pas seulement question d’ajouter de l’intelligence au à l’économie envisagée comme simple lutte contre la rareté mais de développer une nouvelle intelligence de l’économie dans le jeu de la puissance, de l’influence, du conflit, des valeurs…

Le rapport que le député Carayon a consacré a l’IE en 2003 reprend le thème et souligne trois objectifs auxquels doivent coopérer l’État et les entreprises :

– la maîtrise du patrimoine scientifique et technologique à protéger en priorité, ce qui suppose donc des hiérarchies stratégiques

– la détection des menaces et des opportunités par l’acquisition de l’information utile à la décision économique au sens large

– des politiques d’influence au service de l’intérêt national et/ou de l’entreprise.


Dans la pratique, ces trois éléments contribuent à une stratégie globale. Il s’agit, à travers la gestion des flux de connaissance – surabondants dans la société dite de l’information – de réduire ses vulnérabilités, d’anticiper les potentialités positives ou négatives de l’environnement (pour trouver des marchés, par exemple), et enfin de créer des opportunités. L’IE est indispensable dans une société où l’avantage compétitif repose souvent sur la capacité de maîtriser des connaissances avant les autres mais aussi de produire des images positives et de trouver des alliés.

Depuis, de nombreuses affaires qui ont défrayé l’actualité n’ont cessé de mettre l’IE sur le devant de la scène, qu’il s’agisse de déstabilisation d’entreprises ou des débats sur le patriotisme économique.

Il faut donc concilier :

– la protection légale et technique des informations détenues par l’entreprise. Cet aspect défensif est souvent mis en avant en raison de ses connotations romantiques – secret, renseignement –. S’il constitue la base de la sécurité, ce n’est pas le plus décisif.

– la recherche de l’information pertinente par la veille et la coopération. La veille elle-même se décline en veille prospective, environnementale, concurrentielle, sociétale… Elle doit ouvrir sur tous les phénomènes non économiques interférant avec la marche de l’entreprise. Ce processus appelle un complément, l’anticipation des risques d’image. Il faut aussi déceler les tentatives de déstabilisation informationnelle, les rumeurs, l’intoxication. Savoir ce qu’il faut, savoir ce que l’on sait et empêcher qu’autrui ne croie ou ne sache ce qu’il ne faut pas : autant d’aspects d’une même démarche pour traduire l’acquisition d’information en capacité d’action.


– le troisième volet, l’influence qui agit en amont de la performance économique, suppose la vision la plus large. C’est un mode d’action indirect sur les perceptions et évaluations d’autrui. Il passe par l’image que l’on émet (tel le prestige d’un pays), par le message que l’on propage (ce que les Américains nomment « diplomatie publique »), par les vecteurs et réseaux que l’on mobilise (les réseaux), et plus souvent encore, par une combinaison des trois : prestige, persuasion, médiation. L’influence est cruciale, depuis sa version la plus triviale, le lobbying, jusqu’aux grandes stratégies des États pour s’ouvrir de futurs partenariats économiques par la diplomatie, la culture, l’éducation…

 Le référentiel de l'intelligence économique

 Le site infoguerre                          

O IRÃO MANTÉM NUCLEAR...

Segundo a France Presse de hoje, "l'Iran va annoncer bientôt de "nouveaux succès nucléaires" et refuse le langage de la force pour l'amener à suspendre son enrichissement d'uranium, mais se dit favorable à des négociations sans conditions préalables, ont déclaré vendredi des responsables iraniens.

"Dans le domaine nucléaire, nous avons fait des progrès et obtenu de nouveaux succès scientifiques qui seront annoncés bientôt", a affirmé le porte-parole du gouvernement, Gholamhossein Elham, lors de la prière hebdomadaire, sans autres précisions.

Mercredi, l'agence semi-officielle Mehr, citant un responsable iranien non identifié, avait affirmé qu'un "haut dirigeant du pays" allait annoncer prochainement "un important succès nucléaire (qui) va renforcer la place de l'Iran en tant que pays nucléaire".

Intervenant pour sa part à la prière du vendredi, un important religieux iranien, l'hodjatoleslam Ahmad Khatami, a déclaré que son pays refusait le langage de la force dans le dossier nucléaire.

"Utiliser le langage de la force avec l'Iran est une attitude sotte et maladroite", a-t-il dit. "Pendant la guerre au Liban, le Conseil de sécurité de l'Onu a montré qu'il agissait comme le valet des Etats-Unis. Nous conseillons à la Russie et la Chine de ne pas tomber dans le piège des Américains".

"L'Iran a pris les mesures financières nécessaires pour faire face à d'éventuelles sanctions économiques", a déclaré de son côté le président de la Banque centrale, Ebrahim Sheibani, à l'agence Mehr. "Nous n'avons aucune inquiétude", a-t-il ajouté.

Le Conseil de sécurité a donné jusqu'au 31 août à l'Iran pour qu'il suspende ses activités d'enrichissement d'uranium.

Dans sa réponse à l'offre de coopération des grandes puissances (Etats-Unis, France, Grande-Bretagne, Chine, Russie, Allemagne), l'Iran a proposé des "négociations sérieuses" pour régler la crise, tout en refusant de suspendre l'enrichissement.

... E MULTIPLICA RISCOS E AMEAÇAS

O "CounterterrorismBlog" dá hoje conta de uma anormal multiplicação de acções de provocação à comunidade internacional levadas a cabo pelo Irão nos últimos dias e aponta para um crescimento exponencial dos riscos e ameaças:

" Storming of Romanian Oil Rig Continues Iran's Provocative Actions

By Daveed Gartenstein-Ross 

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Iran seized a Romanian oil rig off Kish Island.

On August 22, a few hours before Iran delivered its response to the UN about its nuclear program, an Iranian warship fired on a Romanian oil rig and seized it. The New York Sun reports:

An Iranian naval vessel fired on the rig, named Orizont, owned by Grup Servicii Petroliere in Iran's offshore Salman field and took control of its radio room at about 7 a.m. local time, Grup's representative in the United Arab Emirates, Lulu Tabanesku, said in a phone interview from Dubai yesterday. "The Iranians fired at the rig's crane with machine guns," Mr. Tabanesku said. "They are in control now, and we can't contact the rig." The Romanian company has 26 workers on the platform, he said.

Although the Romanians are working to defuse the situation and have reportedly agreed that the incident was "of a commercial nature," there is much more to the seizure than that. Iran has engaged in a number of provocative moves lately, and this incident must be seen as part of a broader picture.

Iran has been Hizballah's major sponsor for decades, and its fingerprints were all over the flare-up in Lebanon between Hizballah and Israel. Over this past weekend, Iran kicked off a masive five-week military exercise designed to showcase its capabilities. It has been reported that "[a]ssault and transport helicopters, parachutists, electronic war units and special forces are participating in the initial manoeuvre." And a fourth provocative action occurred Monday, when Iran denied IAEA inspectors access to an underground facility at Natanz designed to shelter its uranium enrichment program from attack. This comes on top of other signs of Iranian defiance over its nuclear program, including denying entry visas to two IAEA inspectors and issuing several inspectors single-entry visas rather than the customary multiple-entry visas.

One clear purpose behind Iran's seizure of the Romanian rig was a show of force. Heinrich Matthee, Iran analyst for London's Control Risk Group, has noted that storming the rig "sends a message that Iran can project its power and could interfere in oil production." But there is also a gamesmanship aspect to Iran's actions. With each defiant move that Iran has made, Western countries have done little or nothing to push back. As Iran is not held accountable for such actions as backing Hizballah in its war against Israel and denying IAEA inspectors access to key nuclear sites, it comes to believe -- with reason -- that it will have more leeway in the way it operates in the future. If there is no real repercussion to Iran's seizure of the Romanian rig, then Iran will have further expanded the boundaries for its future actions.

Western countries have no apparent strategy for dealing with Iran at this point, but the question of how to begin pushing back in response to these provocative actions is a critical one.

José Mateus Cavaco Silva at August 25, 2006 18:56 | link | comments
Tags: terrorismo

No CounterterrorismBlog, Muito Interessante

The Power of Non-State Actors in Middle East Grows

By Douglas Farah

One of the great successes of the Islamists, particularly the Shi'ites, is the ability to create separate states within weak and failing states. The prime examples are Hezbollah and, as the Washington Post chronicles today, Moqtada al-Sadr in Iraq.

One could argue that there are groups within the Iranian intelligence and security apparatus that also form non-state groups. The alliance of these elements, with no formal power, to ally in transnational, borderless associations and alliances, is what poses one of the largest threats to the Middle East and beyond.

The weakness of the states that allow these groups to flourish gives these groups, along with Hamas and other Islamist and non-Islamist organizations, the priceless ability to provide social services, remedy injustice and corruption and generally make people's lives better on a measureable level.

At the same time, the states in which they reside do not have the strength to drive them out or confront them. Hezbollah was able to launch a war the state of Lebanon probably did not want and certainly could not win.

One of the most fascinating elements of the al Sadr piece was the recognition in the group that attacking the U.S. forces would be counterproductive. My full blog is here.

José Mateus Cavaco Silva at August 25, 2006 18:40 | link | comments
Tags: terrorismo

A FALTA DE ESPECIALIZAÇÃO,

EXPLICAÇÃO PARA O ATRASO

Une spécialisation au niveau régional comme clé de la compétitivité européenne

Selon un récent rapport, c'est le manque de spécialisation au niveau régional qui pourrait expliquer le fossé entre l'Europe et ses principaux compétiteurs en terme de compétitivité.

Recent research indicates that regional clusters enable companies to reach higher levels of productivity and be more innovative. A report mapping and analysing the regional clusters of the EU-10 states that "the lack of regional specialisation might be an important factor explaining the European competitiveness gap with leading global peers". 

The report, authored by  Europe INNOVA, first recommends enhancing geographical specialisation and efficient allocation of economic activity accross the EU. With this regard, the authors suggest that the EU could help, for example, by removing barriers to trade, investment and labour mobility.

Secondly, it calls the EU to provide 'process' support for regional cluster development intitiatives, such as for the strengthening of linkages between companies, regional government agencies and research and educational institutions.

Thirdly, referring to the complexity of the innovation process involving many actors, the authors call for improved effectiveness of EU competitiveness policies such as regional, science and innovation, competition, enterprise and SME and sectoral policies.

In striving towards the Lisbon goals of competitiveness, some EU member states have launched different national initiatives to raise their and different regions' research profile. In July 2005, the French government, for example, announced the creation of some 60 regional poles of competitiveness and six industrial clusters (see EurActiv 13 July 2005).

Recent research indicates that regional clusters enable companies to reach higher levels of productivity and be more innovative. A report mapping and analysing the regional clusters of the EU-10 states that "the lack of regional specialisation might be an important factor explaining the European competitiveness gap with leading global peers". 

José Mateus Cavaco Silva at August 25, 2006 16:59 | link | comments
Tags: europa

Já não era sem tempo...

ZAPATERO VARRE A POLUIÇÃO FRANQUISTA

Defensa retira la estatua de Franco de Zaragoza
Estaba ubicada dentro de la Academia General Militar de la capital aragonesa
24-08-2006 CADENASER.COM
  La estatua ecuestre del general Francisco Franco que presidía el acceso principal de la Academia General Militar de Zaragoza se está retirando a lo largo de hoy, tal y como estaba previsto por el Ministerio de Defensa. Este departamento, ha convocado un concurso de ideas para instalar un nuevo monumento que recoja el papel de las Fuerzas Armadas en la Constitución Española.

José Mateus Cavaco Silva at August 25, 2006 16:27 | link | comments
Tags: espanha

TEMPO E MODOS DE PRAIA...

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 Praia à taliban...

...E praia à taliboa!

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Tempos históricos diferentes num mesmo Verão!

José Mateus Cavaco Silva at August 25, 2006 15:19 | link | comments
Tags: fotos e vídeos

HERR GUNTER GRASS, CONHECE A FRAULEIN

SOPHIE "WEISE ROSE" SCHOLL...?

SophieWeiseRoseScholl.jpg

Herr Grass diz: "Para mim as SS nada tinham de intimidante"... Mas para Sophie "Weise Rose" Scholl tinham, como se provou no seu assassinato. Ela tinha muitas razões para as temer e para se intimidar! A diferença, Herr Grass, é que ela não se intimidou e nem as temeu, nem tremeu... Afrontou-as, mesmo se isso lhe custou um bárbaro, horrível e prolongado assassinato! Recordo, a Herr Grass e todos os saramagos e outras ervas amargas, um poema de um amigo e colaborador de Sophie, que teve o mesmo destino fatal que ela, e escrito quando esperava os seus assassinos SS e Gestapo:

"An ancient legend from the East
tells us that the spirits of the power of evil
are held captive in the maritime night
sealed by the prudent hand of God.
Until such time as fate, once in a millennium,
grants one fisherman the power to release them
unless he throws his bounty back into the sea immediately.

For my father, destiny had spoken.
On one occasion it was up to him
to push the demon back into its jail.

My father broke the seal. He did not feel the breath of the Devil.
He let the demon loose on the world."

Albrecht Haushoffer, 
(executed in 1945)

E recordo, aos mesmos, palavras da Sophie e amigos:.

 

Escritas e divulgadas aqui:

Por:

Dieweisserose.jpg

José Mateus Cavaco Silva at August 25, 2006 15:02 | link | comments
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"... il y a quelque chose de pourri au royaume de la langue et de la mémoire allemandes...",  Bernard-Henri Lévy

HÁ QUALQUER COISA DE PODRE NO REINO DA LÍNGUA E DA MEMÓRIA ALEMÃS

José Mateus Cavaco Silva at August 25, 2006 14:26 | link | comments
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Logo L'Express

ISLÃO: AS NOVAS AMEAÇAS

Ler  AQUI

José Mateus Cavaco Silva at August 25, 2006 11:59 | link | comments
Tags: terrorismo

Crime, Mentiras e Arquivos

GRASS: O GRANDE EMBUSTEIRO MORAL

"Para mim as SS nada tinham de intimidante"... Gunter Grass dixit, não aos 17 mas aos 80 anos! Disse-o e está na "Visão", de ontem, que o reproduz acefalamente. Mas claro que não, para ele, nada tinham de intimidante... Tinham-no só para quem não era SS! Ele não era intimidado... Ele é que intimidava!

A herdeira de Grass sai, entretanto, em defesa do pai. Boa filha... a argumentação é que é menos boa. "Foi um devaneio de juventude (qualquer filha de mafioso pode argumentar o mesmo...) Já se sabia que ele sentia um grande fascínio por fardas"... Embora tal não o tenha impedido de odiar as fardas americanas... Às tantas, ainda nos vão dizer que as SS eram uma ONG! Nesta monumental impostura já nada pode causar admiração.

Mas, mesmo passando por cima do facto que o fascínio por fardas é desvario que costuma tomar conta de gente do nível intelectual e emocional das sopeiras, ainda podemos perguntar se não se poderia apaixonar por outra farda... Se tal fascínio teria de o levar mesmo a entrar na mais criminosa organização de toda a história da Europa! É que diga agora Grass o que disser, uma coisa é certa: entrar nas SS não era nada semelhante ao ser "chamado para a tropa":  só voluntários, escolhidos pela sua segurança como nazis e pela capacidade física e depois treinados como força de élite e na fidelidade ao "Fuher" e iniciados nos mistérios da ordem negra e com as "provas" respectivas a passar... Esfolar gatos, Gunter, esfolar os gatos vivos... E as cerimónias no "castelo", Gunter, também esquecidas?! Quando deixou de ser fiel ao seu "fuher", Gunter? Uma coisa é certa, com ou sem fidelidade ao seu "fuher", soube manter o ódio a quem o derrotou e a si o aprisionou...

Há quem exclame, ingénuo, "mas por que diabo não falou antes?". Pois é, mas se o tivesse feito como teria vendido tantos livros aos pategos de esquerda e, sobretudo, como poderia ter se aproximado, convivido e, eventualmente, influenciado esse alemão digno, resistente e impoluto que era o homem que usava o nome de  Willy Brandt ?

Grass, a filha, Saramago e amigos (isto já parece o pacto germano-soviético!) branqueiam Grass (e as SS...) com o "fascínio das fardas" e a fatalidade que levava toda a juventude a ser nazi... É mentira! Ser nazi era uma escolha, não uma fatalidade! Grass combateu a resistência alemã do interior... Hoje, insulta-a... e, ao fazê-lo insulta também o "seu amigo Brandt" (a quem mentiu todo o tempo!).  É inadmissível!

E, depois desta vida de crime e mentira, este "intelectual apaixonado pelas fardas" ainda se permitiu ocupar o lugar de "papa" moral da esquerda alemã e dar lições de moral... Foi o grande embuste da sua vida! Ou, como dizia o outro, "o professor de moral era a incarnação da própria imoralidade que atacava".

O "Exército Vermelho" saqueou os arquivos das SS e da Gestapo... Oh, Gunter, como é que o KGB o tratou nas décadas de cinquenta, sessenta, setenta, oitenta e noventa...? Aqui, em Portugal, tratou "muito bem" toda uma série de gentinha (alguma bem conhecida...) que trabalhava para a Pide... E a si, como foi?

Telefonou-me um amigo da Califórnia: "Oh pá, essa é que a real dimensão moral desses europeus críticos dos americanos e dos anti-Bush...?".

Estamos conversados... Aliás, vendo bem, já estávamos...

A farda da "paixão de Grass", segundo a filha...

"Das Ende einer moralischen Instanz"

José Mateus Cavaco Silva at August 25, 2006 11:46 | link | comments
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Thursday, 24 August 2006

"I LOVE SOL"

SOL.jpg

Parece já ter começado a campanha internacional de lançamento do novo semanário de José António Saraiva... Bem concebida, como se vê. Parabéns e até meados de Setembro!

José Mateus Cavaco Silva at August 24, 2006 17:12 | link | comments
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A INVESTIDA CHINESA

NA AMÉRICA LATINA

Chavez, o venezuelano candidato a herdeiro de Fidel Castro, está em Pequim...

ChavezPequim.jpg

Antes fora o seu homólogo chinês que andara por las pampas e las sierras da América Latina...

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A história do "Alfaiate do Panamá" era uma mentira... mas pelos vistos antecipou-se, apenas, à verdade!

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A ficção de John Le Carre terá sido a forma possível, descontraída e bem-humorada de, na altura, antecipar uma verdade muito séria... Ou, como frequentemente, com a verdade me enganas!

Credibilidade: Zero

FUTEBOL: FIM DE REINO E... CRISE!

macacos.jpg

A coisa anda mal e ameaça acabar pior... Vai de Betandwin a Betandloose! A crise, a crise a sério, financeira, económica e institucional, com ausência total de credibilidade, chegou à bola e ameaça fazer um campeonato muito prolongado. Há no ar um cheiro de fim de reino e de fim de festa... Algo está podre no reino da dinamarca! O senhor secretário de Estado tem mesmo com que se preocupar! 

José Mateus Cavaco Silva at August 24, 2006 16:41 | link | comments
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NADA A ACRESCENTAR...

VPV2.jpg

(confesso que já não sei onde encontrei esta pérola de VPV)

José Mateus Cavaco Silva at August 24, 2006 16:33 | link | comments
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Handicap português pode aumentar...

AS EMPRESAS EUROPEIAS

VÃO INVESTIR MAIS EM I & D

 Le secteur privé devrait investir davantage dans la R&D

EUROACTIV.jpgSelon une récente enquête, les entrepreneurs européens comptent augmenter leurs dépenses de R&D de 5% par an durant les trois prochaines années...

José Mateus Cavaco Silva at August 24, 2006 15:39 | link | comments
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 A ESPERTEZA SALOIA DO JERÓNIMO

"      Jerónimo de Sousa, que não é eleitor em Setúbal nem pertence a  qualquer um dos seus órgãos autárquicos decide mudar um presidente de câmara argumentando que são necessárias «novas energias e dinâmicas, tendo em conta a difícil situação na Câmara de Setúbal face à pesada herança que a CDU recebeu». O líder do PCP acha normal que os órgãos eleitos da M de Setúbal podem ser substituídos numa qualquer reunião secreta e entende que é a CDU e não esses órgãos que tem todos os poderes sobre a gestão camarária. E como acha que os portugueses e, em particular, os setubalenses, são idiotas ainda tenta iludir-nos dizendo que o saneamento «não teve nada a ver com isso. Face à situação financeira da câmara, foi necessário encontrar energias e dinâmicas próprias».  

                                                                                          "   

José Mateus Cavaco Silva at August 24, 2006 14:20 | link | comments
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TERRORISMO NA EUROPA

Duas notas sobre a mais que prolongada guerra do terrorismo. Segundo a EurActiv, ficamos a saber que a Europa parece estar a acordar para a realidade:

" Frattini favorable à l'abandon de la confidentialité des données passagers afin de faire face à la menace terroriste
Le Commissaire européen en charge des questions de justice, de liberté et de sécurité devrait proposer d'autoriser la transmission, aux autorités nationales, des données concernant les passengers sur les vols européens."

No Counterterrorism, ficamos a saber que, afinal, na Europa continental também se passam coisas complexas:

"  Arrest of 12 Passengers on Netherlands-India Flight Merits Further Investigation

By Walid Phares

Twelve passengers on a Northwest Airlines flight from Amsterdam to Mumbai, India were arrested today after passengers and crew noticed suspicious behavior over Germany, with the plane escorted by Dutch F-16s. Why is this important and why should it be investigated further?

1. All twelve were using their cell phones after the plane took off. You never see an entire group of passengers engage in such flagrantly illegal behavior. Were they talking with each other and with others at their destination?

2. They were flying out of Amsterdam, and the Netherlands is one of the centers of Islamist extremism in Europe. See this post by my colleague Lorenzo Vidino last October , and recall the murder of Theo van Gogh there.

3. They were flying to Mumbai (Bombay), India, scene of a deadly series of train bombings on July 11. I posted on that event here on July 12, and my CT Blog colleagues posted about it also.

Maybe it will turn out to be nothing, but this event merits further investigation."

José Mateus Cavaco Silva at August 24, 2006 14:00 | link | comments
Tags: terrorismo

IRÃO GERA POLÉMICA EM WASHINGTON

Some in G.O.P. Say Iran Threat Is Played Down

Published: August 24, 2006

WASHINGTON, Aug. 23 — Some senior Bush administration officials and top Republican lawmakers are voicing anger that American spy agencies have not issued more ominous warnings about the threats that they say Iran presents to the United States.

Some policy makers have accused intelligence agencies of playing down Iran’s role in Hezbollah’s recent attacks against Israel and overestimating the time it would take for Iran to build a nuclear weapon.

The complaints, expressed privately in recent weeks, surfaced in a Congressional report about Iran released Wednesday. (...) The new report, from the House Intelligence Committee, led by Representative Peter Hoekstra, Republican of Michigan, portrayed Iran as a growing threat and criticized American spy agencies for cautious assessments about Iran’s weapons programs. “Intelligence community managers and analysts must provide their best analytical judgments about Iranian W.M.D. programs and not shy away from provocative conclusions or bury disagreements in consensus assessments,” the report said, using the abbreviation for weapons of mass destruction like nuclear arms.

Some policy makers also said they were displeased that American spy agencies were playing down intelligence reports — including some from the Israeli government — of extensive contacts recently between Hezbollah and members of Iran’s Revolutionary Guard. “The people in the community are unwilling to make judgment calls and don’t know how to link anything together,” one senior United States official said.

“We’re not in a court of law,” he said. “When they say there is ‘no evidence,’ you have to ask them what they mean, what is the meaning of the term ‘evidence’?”  (...) Continuar a ler AQUI

José Mateus Cavaco Silva at August 24, 2006 13:34 | link | comments
Tags: terrorismo
Wednesday, 23 August 2006

CONTRADIÇÕES, PROMESSAS E LIMITAÇÕES DA INTERNET

Internet : la main invisible de la délibération.LEV-ON Azi et MANIN Bernard

On célèbre souvent les possibilités d’échange et de communication sur le réseau mondial. Mais celui-ci ouvre-t-il des perspectives en termes de participation et de délibération politiques? Internet favorise-t-il, au-delà du partage d’information ou d’opinion, la confrontation avec des idées qui ne sont pas les nôtres? Cette condition minimale d’une authentique délibération démocratique est-elle présente sur internet?

Internet: The invisible hand of deliberation. Azi Lev-On and Bernard Manin

Praise is often lavished on the opportunities for exchange and communication over the global network. Now does the network open up any avenues par political participation and deliberation? Beyond information and opinion sharing, does Internet facilitate exposure to views which we do not share? Does the Internet meet this minimal condition for genuine democratic deliberation?

dossier:
« 
QUE NOUS RÉSERVE LE NUMÉRIQUE ? »

CHINA ALARGA CENSURA

Atelier.fr

La référence en matière de veille technologique

Les autorités chinoises limitent la diffusion de vidéos en ligne
Après les censures sur les blogs et sur la recherche de certains mots (démocratie, Tian an men...), c'est aux vidéos en ligne que s'attaquent les autorités chinoises. A partir de septembre... >Suite

José Mateus Cavaco Silva at August 23, 2006 18:50 | link | comments
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UM ROYAL BIKINI E

AS PRESIDENCIAIS...

" Segolène en bikini propulsée au top des recherches sur Google

Nella foto, la pagina dedicata alla Royal su 'Closer'
Devant Miss USA et le président iranien, Segolène Royal a été la requête qui a connu la plus forte progression sur Google au cours de la deuxième semaine d'août. Plus remarquable, ce classement déniché par le site spécialisé Zorgloob ne concerne pas la version française de Google mais la version internationale. Pudiquement, le moteur explique que les photos de la candidate à la candidature socialiste sur la plage en bikini, parues le 12 août dans Closer, ont suscité un large débat sur le traitement, d'habitude sobre, de la vie politique en France.

" Foto in bikini, Segolene si arrabbia

La Royal, probabile candidata socialista alle presidenziali scrive ai direttori dei giornali che hanno pubblicato le sue immagini al mare

Segoleneroyal Parigi, 13 agosto 2006 - Beniamina dei media francesi, la probabile candidata socialista alle presidenziali francesi del prossimo anno, Segolene Royal, ha reagito male alla pubblicazione delle sue foto in bikini e ha scritto una lettera di protesta ai direttori.

Il primo a infrangere la regola non scritta che vieta di pubblicare foto delle signore della politica in costume da bagno, ricostruisce il 'Sunday Times', è stato il magazine 'Closer' la scorsa settimana.

La didascalia della foto della Royal in due pezzi color turchese con un berretto da baseball diceva «e pensare che ha 53 anni!», mentre, sotto altre sue immagini sulla spiaggia, veniva sottolineato che «ha un fisico impeccabile».
La governatrice del Poitou-Charentes era poi immortalata mentre rideva in acqua con Francois Hollande, il 51enne leader dei socialisti francesi e padre dei suoi quattro figli.

Anche sul magazine 'Vsd' sono state pubblicate le immagini della coppia in vacanza e in costume da bagno.

Dapprima la Royal ha pensato di citare in giudizio i tabloid, poi ci ha ripensato e ha incaricato i suoi avvocati di scrivere una lettera di protesta ai rispettivi direttori.

Ma, come il suo probabile avversario nella sfida presidenziale, il ministro dell'Interno Nicolas Sarkozy, sottolinea il domenicale britannico, la Royal ha sapientemente utilizzato in passato la stampa popolare, invitando perfino i fotografi nella corsia Segolene Royal Closer Bikini Photosdell'ospedale quando è nato uno dei suoi figli.

E ha ottenuto l'effetto desiderato, visto che il un sondaggio del magazine 'Fhm' i connazionali hanno votato la Royal come la sesta donna più sexy al mondo.

Dunque, come afferma il direttore di 'Vsd', Marc Dolisi, «Royal e Sarkozy sono stati ben contenti di mostrare al pubblico la loro vita privata quando faceva loro comodo».

"

José Mateus Cavaco Silva at August 23, 2006 18:07 | link | comments
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DEUS NOS LIVRE !

"Existe uma simpatia nacional muito grande para com a família real"

Duarte de Bragança, in O Primeiro de Janeiro

Alguém que diga a a este pobre que não existe familia real alguma em Portugal! Ele anda a confundir as revistas cor de rosa com a realidade... Deus nos livre destas tristezas.

José Mateus Cavaco Silva at August 23, 2006 16:41 | link | comments
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O Salazar não era tão radical, deixava que tivessem a cabeça descoberta...

PRAIA À TALIBAN...

«Una niña libanesa (...) nada con la ropa puesta en una playa de la ciudad de Tiro (Líbano), celebrando el alto el fuego.»  AQUI

José Mateus Cavaco Silva at August 23, 2006 14:43 | link | comments
Tags: terrorismo

Inteligência Económica e Estratégica

REPSOL CONTRATA O

PATRÃO DA "SECRETA"

Jorge Dezcallar.

Jorge Dezcallar. (GORKA LEJARCEGI)
ampliarampliar

Segundo o El País, "La petrolera Repsol YPF pondrá en marcha antes de final de año un consejo asesor que allane el camino a sus inversiones en el mundo. Y lo hará con un fichaje de lujo. El diplomático Jorge Dezcallar ha aceptado incorporarse a la órbita del grupo como asesor externo. El ex embajador de España ante la Santa Sede y ex director del Centro Nacional de Inteligencia (CNI), que da así el salto a la empresa privada, empezará a trabajar en septiembre en la creación del nuevo consejo, que contará con entre siete y nueve expertos españoles y extranjeros."

José Mateus Cavaco Silva at August 23, 2006 14:14 | link | comments
Tags: portugal
Tuesday, 22 August 2006

Já Começou a Mexer a Mãozinha de Karl Rove...

HILLARY CLINTON SOB FOGO CERRADO

   National Security Agency wiretaps were vital to detecting a recent

terrorist plot to destroy American airliners headed for New York.

But Senator Hillary Clinton opposes the Patriot and the NSA program that helped stop another 911.     

HillaryClinton.jpg

  Ver o vídeo AQUI e ler AQUI e a defesa de Hillary AQUI

José Mateus Cavaco Silva at August 22, 2006 19:27 | link | comments
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Friday, 18 August 2006

No 100 Bananas

Fidel, fidelíssimo

fidel.jpg

José Mateus Cavaco Silva at August 18, 2006 14:19 | link | comments (1)
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MÁS NOTÍCIAS PARA O MUNDO

Iran to launch major military maneuvers

 Iran will launch a series of large-scale military maneuvers across the country and has not made plans for an end to the ongoing war games, the army said Thursday.

"The maneuvers are aimed at introducing Iran's new defensive doctrine," military spokesman Gen. Mohammad Reza Ashtiani was quoted as saying by state-run television.

He said the exercises would begin on Saturday in the south east of the country. "It will continue in the whole of Iran, stage by stage for an unspecified period," Ashtiani said.

The announcement came as Iran faces heightened international scrutiny because of its contentious nuclear program and for supporting the Lebanese Hizbullah guerrillas.

Iran denies Israeli accusations it is arming and training Hizbullah fighters.

Ashtiani praised Hizbullah for its month-long fight against Israel. "Human forces can decide fate of a war. We saw it in Lebanon," the general said, echoing Hizbullah claims it won the war by resisting a massive bombing and ground offensive for more than a month before a UN-brokered cease-fire came into place earlier this week.

The military spokesman said Iran's maneuvers reflected the current level of tension in the Middle East. "We have to be prepared against any threat and we should be a role model for other countries," local newspapers quoted Gen. Ashtiani, as saying. "Our army is ready to defuse all plots against Islamic Republic of Iran."

The military exercise, involving 12 infantry regiments, is called "The Blow of Zolfaghar," in reference to a sword that belonged to Imam Ali, one of the most revered figures of Islam for Shi'ite Muslims. A majority of Iran's 70 million people are Shi'ite.

On Wednesday, the Interior Ministry said that Iran also plans to boost security patrols on its borders.

Ministry spokesman Mostafa Pourmohammadi said the move targeted smugglers. Drug traffickers killed 8 police officers during a firefight in southeastern Iran last week.

Iran has routinely held war games over the past two decades to improve its combat readiness and test locally made equipment such as missiles, tanks and armored personnel carriers. In April, Teheran launched its biggest military maneuvers so far, during which it said it tested several advanced weaponry including missiles.

José Mateus Cavaco Silva at August 18, 2006 13:48 | link | comments
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No "Counterterrorism Blog"

" Another Amnesty for Members of JI

Indonesia Continues to Offend Australia

By Zachary Abuza

Ten of the 33 individuals arrested in conjunction with the 12 October 2002 bombing on the resort island of Bali, Indonesia, had their sentences reduced as part of an annual national independence day amnesty (54,000 criminals had their sentences reduced). One, Puryanto, who was arrested for harboring some of the bombers, walked free as a result of his three month remission. Three of the Bali bombers, Amrozi, Mukhlas and Imam Samudra remain on death row. Despite their previous pledges that they wanted to die as martyrs, they have all appealed their sentences. Their executions are schedueled to take place on or around 22 August. A fourth bomber, Ali Imron, received a life sentence.

The release has provoked outrage in Australia, which lost more than 80 of its nationals in the attack and whose embassy in Jakarta was bombed by members of Jemaah Islamiyah on 9 September 2004. Australia has provided significant technical, personnel, financial and educational assistance to Indonesia’s counter-terrorism efforts. "

José Mateus Cavaco Silva at August 18, 2006 13:29 | link | comments
Tags: terrorismo

Rosa Branca, Kreisau e Outros...
GUNTER GRASS MENTE, SER NAZI ERA
UMA ESCOLHA, NÃO UMA FATALIDADE !
 
Depois de ler isto, num blog que muito aprecio, pergunto-me por que raio morreram os alemães da Resistência do interior ( muito jovens, quase todos, adolescentes mesmo alguns) por que raio se deixou matar o velho militante socialista Willy Brandt, por que raio resistiu e se exilou o jovem Herbert que viria a usar o passaporte e o nome de Willy Brandt, para que serviu a (fatal) dignidade da coragem se são os sobreviventes do nazismo, os filhos do demónio, que hoje, à esquerda e à direita, são incensados, nobelizados e papizados... E apetece-me fazer uma peregrinação por certas campas na Alemanha e depositar em cada uma delas uma Rosa Branca  e chamar Sophie a cada jovem alemã...
 
E, por favor, que não se insulte mais a Resistência alemã do interior... Porque houve alemães que, no interior, combateram o nazismo, nem todos se alistaram nas SS e quejandos ou se deixaram passivamente arregimentar!
 
E, já agora, digo-o: penso que vale muito mais um único dos poemas daquele jovem que as Waffen SS e a Gestapo torturaram, fuzilaram e depois esquartejaram (em retaliação a o atentado de 20 de Julho de 1944, contra Adolf Hitler, em Rastenburg) que toda a obra "anti-nazi" (escrita anos depois do fim do regime...) do SS Grass... O jovem poeta e professor de filosofia chamava-se Albrecht Haushoffer e o seu pai era um dos dois "mestres" que diariamente instruiram Hitler na prisão, era um dos máximos teóricos do regime e o fundador da geo-política alemã !
Membres de La Rose Blanche à Munich :
La Rose Blanche - Munich
Alexander
Schmorell
1917-1943
Hans Scholl
1918-1943
Sophie Scholl
1921-1943
Christoph Probst
1919-1943
Willi Graf
1918-1943
Kurt Huber
1893-1943
Membres de La Rose Blanche à Hambourg :
La Rose Blanche - Hambourg
Hans Konrad
Leipelt
1921-1945
Karl Ludwig
Schneider
*1919, libéré le 12 avril 1945
à Stendal
Traute Lafrenz
*1919, libérée le 15 avril 1945
à Bayreuth
Heinz Kucharski
1919-1945
Bruno Himpkamp
*1925, libéré le 12 avril 1945
à Stendal
Albert Suhr
*1920, libéré le 12 avril 1945
à Stendal

"An ancient legend from the East
tells us that the spirits of the power of evil
are held captive in the maritime night
sealed by the prudent hand of God.
Until such time as fate, once in a millennium,
grants one fisherman the power to release them
unless he throws his bounty back into the sea immediately.

For my father, destiny had spoken.
On one occasion it was up to him
to push the demon back into its jail.

My father broke the seal. He did not feel the breath of the Devil.
He let the demon loose on the world."

Albrecht Haushoffer, 
executed by the Gestapo in 1945

José Mateus Cavaco Silva at August 18, 2006 10:44 | link | comments
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Thursday, 17 August 2006

 A FRANÇA PODE MUDAR... ROYALMENTE!

Sego.jpgA esquerda francesa parece ter, finalmente, ter escapado ao autismo ideológico e encontrado a realidade. Grande pivot dessa cura, Segolène Royal faz esta semana a capa do Le Point, que reporta sobre a sua estratégia, redes de contactos e de influência e a metamorfose da própria Ségo... A ler.

José Mateus Cavaco Silva at August 17, 2006 18:57 | link | comments
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QUEM É A ESTRELA DESTAS CAPAS?

capa2Marilyn.jpg

capaMarilyn.jpg

Claro, a estrela é a grande estrela, a que ainda brilha, é Miss Marilyn Monroe... and, dont forget, read her Cinderella story on page 22... No seu caminho, a Cinderela teve um encontro fatal, não com a madastra mas com o príncipe que, afinal, era um canalha!

José Mateus Cavaco Silva at August 17, 2006 18:52 | link | comments
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Wednesday, 16 August 2006

WAFA SULTAN: EXEMPLAR, ELUCIDATIVA E EXTRAORDINÁRIA

Uma mulher árabe enfrenta um ayatolah... Na Al-Jazeera. Uma verdadeira lição também para ocidentais apatetados e, mais que uma prova de imensa coragem, uma prova de vida, mesmo se ela tem um passaporte americano!

Como disse o Luís Mateus, da Associação República e Laicidade, "neste últimos -- e difíceis -- tempos que temos estado a viver, confesso que nada me tocou emocionalmente tanto quanto o discurso lúcido -- luminoso, mesmo -- que Wafa Sultan produziu no debate/confronto televisivo que teve com o teólogo islamista Ibrahim Al-Khouli, a 21 de Fevereiro passado, na cadeia de TV Al-Jazeera".

troubleshoot | get player


 

 

Se não consegue ter acesso ao vídeo, use este link:

http://switch5.castup.net/frames/20041020_MemriTV_Popup/video_480x360.asp?ai=214&ar=1050wmv&ak=null

José Mateus Cavaco Silva at August 16, 2006 19:36 | link | comments
Tags: terrorismo

AS DIFICULDADES DA MARCA "PORTUGAL"

Henrique Agostinho continua a publicação quinzenal, no Diário Económico e no Consumering, da sua saga sobre a marca Portugal... Eis o segundo capítulo (o primeiro "Portugal vende mal" pode ser lidoAqui )

“A incompetência de quem sabe”

A primeira barreira que se coloca à gestão da Marca Portugal é que ninguém tem um currículo aceitável para o fazer.

Henrique Agostinho

Não se conhece quem tenha a experiência de pegar num canto de País e, sem décadas de grandes melhorias na educação, justiça e mobilidade social, tornar a marca desse País num factor de competitividade e sucesso no mercado externo.
De facto, os grandes sucessos de desenvolvimento de países e das suas economias passaram, sempre, por vantagens internas, como sejam ter uma população educada e trabalhadora, existir um sistema de justiça eficaz e viver numa sociedade que recompensa o esforço. Uma conjunção que se encontrou nos países nórdicos, na Austrália, Israel, Singapura ou na Coreia do Sul. Estes países escalaram a tabela das economias mais competitivas, não porque tivessem belas campanhas de promoção externa, mas porque souberam investir e trabalhar. Exactamente o contrário do que se encontra em Portugal, que tem uns níveis de chico-espertice preguiçosa que o condenam a ser, de entre os países ricos, aquele que é o mais pobre.
Ainda assim, sendo verdade que as grandes questões fundamentais de um País se resolvem primeiro dentro e logo depois o dito País obterá bons resultados lá fora, nada nos impede de apressar o processo e, malograda toda a lusa ineficiência, construir um lucrativo comércio externo. Afinal, se os Italianos conseguem vender um pouco de tudo apesar do seu regime roçar o anedótico, Portugal também pode conseguir transformar-se num bom exportador, embora seja um fraco produtor. Bastará para tanto saber gerir a Marca Portugal.
Então, se aceitarmos que, apesar da baixa qualificação, da ridícula produtividade e da paralisante burocracia, é possível e desejável que as vendas externas de Portugal sejam incrementadas pelo efeito de uma capaz gestão da sua marca, como contornar o problema de não haver quem se conheça por ter tamanho sucesso no seu currículo? Ou seja, como pode um qualquer gestor de marca resolver o problema das exportações de Portugal, se não percebe nada de Comércio Externo?
Felizmente, os bons gestores de marca não precisam de perceber grande coisa dos negócios onde estão, tal como pouco percebem os consumidores daquilo que compram. Isto porque, o factor distintivo de um bom gestor de marca, não é o conhecimento do negócio. O factor que sustenta a competência de um gestor de marca, é a sua compreensão do consumidor. E se há alguém que não percebe nada de banca, nem de automóveis, nem de telefones, nem de detergentes, esse ignorante é o próprio do consumidor. No entanto, é nas mãos destes boçais consumidores que se concentra diariamente a maior fatia do poder económico mundial. Ninguém, nenhum governante, nem nenhuma organização, tem o poder que têm os consumidores. Diariamente, esta multidão desorganizada e irreflectida entra nos supermercados e lojas do mundo inteiro para fazer política externa, decidir as cotações das acções e promover pessoas ou destruir empresas.
Assim sendo, para recrutar um Departamento de Marketing competente, seja para uma empresa, seja para um País, pouco interessa o conhecimento anterior que o candidato tem do mercado em questão. A empresa (ou o País) deve ser conhecedora daquilo que fazem, pelo que cabe ao Departamento de Marketing, não ver a coisa com olhos de produtor, mas sim, saber decifrar o que se passa detrás do consumidor. Ainda assim, muitas empresas caem no erro de só contratar gente que já vem do mesmo meio. Como o fazem os bancos e os automóveis, só para dar alguns exemplos. O que é uma pena, porque com esta consanguinidade militante, o mais que estas empresas conseguem é manter tudo na mesma, tal como sempre foi. Conduzindo, por excesso de concertação a um imobilismo dos métodos que, se o mercado for livre, só interessa a um dos concorrentes, ao maior deles todos.
Resolve-se assim o problema inicial de não haver no mercado de trabalho quem tenha um bom e sólido histórico de tomar nas mãos o departamento de marketing de um país e salvar-lhe a balança comercial. Para gerir o departamento de marketing de Portugal, basta (e já não é pouco) que o candidato tenha um bom conhecimento do consumidor e uma demonstrada experiência em fazer os consumidores quererem o que as suas empresas têm para vender. Esse é um bom director de marketing, coisa que Portugal não tem e muito bem lhe faria ter.
____

Henrique Agostinho, Gestor de marcas, Consumering

Inteligência Económica
* * * * * * *
PARA UM MUNDO NOVO
UMA NOVA CULTURA

L'intelligence économique  

 Eric Delbecque

sous la direction de Serge Perrine
* * * * * * *

 Les apports institutionnels de l'intelligence économique  
.- Gérard Pardini .-  in Revue de la Gendarmerie, mai 2006.

 La protection de l'information comme enjeu de la sécurité 
- Alain Aumonier & Damien Bruté de Rémur .- in Collection Etudes et recherches, INHES, août 2003

PRIMEIRO-MINISTRO FRANCÊS

JÁ ENTENDEU O "AR DO TEMPO"

"Mais do que nunca, as questões de defesa e segurança constituem problemáticas maiores que preocupam o conjunto dos nossos cidadãos"

- Allocution du Premier ministre pour les 70 ans de l'IHEDN

A l'occasion du 70e anniversaire de l'Institut des Hautes études de défense nationale, le Premier Ministre Dominique de Villepin a salué, le rôle de l'IHEDN dans la diffusion de "l'esprit de défense dans notre société"....  Lire la suite

 

José Mateus Cavaco Silva at August 16, 2006 15:57 | link | comments
Tags: homeland security

JeanloupSieffcapaMoravia.jpg

O encontro de dois monstros - um da escrita e outro da fotografia.

Fotografia de Jenloup Sieff em capa de romance de Alberto Morávia.

TERÁ ISRAEL PERDIDO A PRIMEIRA

"GUERRA DE QUARTA GERAÇÃO"...?

O costume... Israel militarmente imparável perde na mesa de negociações da ONU. E os Hezbollah cantam a vitória política que a ONU lhes deu... Uma ONU que talvez nem tenha reparado que esta foi a primeira "guerra de quarta geração" em que o dispositivo militar israelita esteve envolvido, a primeira vez qure um dispositivo militar ocidental se lança numa 4GW -- Fourth Generation Warfare"...

E neste novo tipo de guerra, os israelitas e uma impreparadíssima opinião televisiva ocidental defrontaram-se com problemas absolutamente novos para os quais as velhas receitas são disfuncionais.

O CLARO repesca a análise de três atentos analistas (dois americanos e outro francês) sobre as novidades absolutas desta guerra e sobre a "decisão" da ONU.

Quote: Hezbollah and the Inversion of Legitimacy

"Hezbollah's strength (derives from) the gross vacuum left by the state." Hezbollah is not a state within a state, but rather "a state within a nonstate." Amal Saad-Ghorayeb, a professor at the Lebanese American University.
John Kifner. "Hezbollah Leads Work to Rebuild, Gaining Stature." The New York Times. August 16, 2006.It's clear that Hezbollah has advanced in more than the violence of 4GW, it is also demonstrating an ability to solidify its position by providing sys-admin like functionality (ala
Barnett's "Blueprint for Action" and my "State Failure 101"). There is an important cycle that inverts legitimacy at work here:

  • In order to fight a non-state enemy, other states hollowed out a state. Whether Hezbollah is at fault or not is a non-issue.
  • The non-state enemy proves (through 4GW) it is the only force capable of defending the people.
  • the non-state builds alliances with other non-states and states to gather essential support.
  • The non-state provides services (political goods) at a higher level of efficiency and value than the state (sys-admin).
In short, Hezbollah gains legitimacy at the expense of the state. Expect to see this cycle again and again from 4GW groups (in contrast, networked non-states like al Qaeda operate in a different way entirely -- although many conflate the two approaches).  

Liban : Tsahal face à la guerre asymétrique

Quand la force devient faiblesse

Même Omert le reconnaît: au Liban, Tsahal a rencontré un demi échec lourd de conséquences. Un mythe s'effondre : l'armée israélienne high tech, très bien renseignée par le Mossad, frappant comme la foudre un adversaire paniqué.

La résistance inattendue de la milice chiite, son équipement et son entraînement qui avaient été sous-évalués par le renseignement israélien, les conséquences politiques mal anticipées (une partie de l'opinion libanaise qui se solidarise avec le Hezbollah, Nasrallah considéré comme le
« nouveau Saladin »), des opérations psychologiques inefficaces, …

Une défaite symbolique est née de qui devait être au départ un raid bien préparé : utiliser le premier prétexte pour éliminer le Hezbollah, profiter de la passivité des régimes arabes, pas trop fâchés d'en être débarrassés, et tout régler avant que l'opinion internationale s'émeuve trop de la brutalité de la supposée réaction à un enlèvement et à des tirs de roquette, certes scandaleux, mais militairement peu efficaces (en moyenne le Hezbolllah tire plusieurs dizaines de roquettes pour tuer un civil israélien).

Les experts militaires jugeront à froid de la conduite des opérations, mais, dans tous les cas, il nous semble difficile de nier deux évidences :

- même Israël peut perdre une guerre dite asymétrique
- le principal dans ce type de guerre est de bien comprendre en quoi consisterait la victoire

Pour illustrer ces notions, nous reprenons ci-dessous une définition du conflit asymétrique et, en document téléchargeable plus bas, une réflexion sur la notion de « guerre de quatrième génération » chère à certains stratèges US.



ASYMÉTRIE

Cette notion s'emploie en biologie, en logique, voire en économie (l'asymétrie d'information entre vendeur et acheteur). Elle nous intéresse ici au sens stratégique acquis dans la décennie 1990. L'asymétrie ne doit pas se confondre avec la dissymétrie, simple disproportion des forces ou des qualités entre deux acteurs. Dans le conflit asymétrique, les adversaires n'ont ni le même statut, ni les mêmes critères de victoire ou de défaite, ni les mêmes règles et méthodes, ni n'emploient les mêmes moyens, en particulier technologiques, bref n'ont rien de comparable. Le nouveau concept s'oppose surtout à la notion de guerre «conventionnelle».

Terrorismes, guérillas, désordres mafieux (suscitant par exemple une « guerre à la drogue » jamais gagnée), conflits dans les zones de non-droit…, sont des conflits asymétriques. Ils opposent un «fort », généralement les États-Unis ou des États incarnant la mondialisation et la modernité, à des faibles qui n'ont aucune chance de l'emporter de façon classique. Dans une confrontation forces contre forces, armées contre armées, économie contre économie, ils auraient vite perdu.

En revanche, le faible est capable d'infliger au fort un dommage en atteinte à son image ou à son moral, d'humiliation symbolique ou de désordre contagieux. Il ne « gagne » pas quelque chose (comme un territoire ou un marché) mais inflige une perte insupportable sur un autre terrain. Sa victoire consiste à ne pas perdre face à un adversaire dont il use les forces (y compris ces forces morales) et réduit les soutiens jusqu'au point où il abandonnera. La durée est une dimension fondamentale du conflit asymétrique : tant qu'il n'a pas disparu – ou tant que son existence n'est pas oubliée, le faible n'a pas perdu.
Une stratégie asymétrique peut être violente et ostensible : c'est le cas du 11 Septembre ou des décapitations d'otages filmées. Mais elle peut tout aussi bien consister dans l'exhibition de sa faiblesse (une victime, un enfant face à un tank), voire en recours à la non-violence. L'asymétrie est autant de l'ordre de l'information que de celui des forces. Ainsi, le terrorisme est par définition le fait d'organisations secrètes (si elles sont visibles en permanence, cela devient une révolution ou une guérilla) qui combattent des adversaires visibles.

Le principe de stratégie asymétrique tend plus à devenir la règle que l'exception ; il suppose un double paradoxe. Sur le plan militaire, il fait de la supériorité matérielle un handicap politique et psychologique : à quoi sert d'avoir des missiles intelligents ou des satellites pour traquer un kamikaze dans un autobus ? Dans le domaine des conflits idéologiques ou politiques ce sont les symboles mêmes chers aux partisans de la mondialisation heureuse qui deviennent des armes asymétriques au service de ses adversaires : les nouvelles technologies, les réseaux, les images sans frontières…
La notion de conflit asymétrique change les règles de l'affrontement et interdit de le limiter à un seul domaine.

La citation : J. Baud (in La guerre asymétrique, éditions du Rocher) : «L'une des particularités essentielles de la guerre asymétrique est qu'elle n'est pas basée sur la recherche de la supériorité, mais sur la conversion de la supériorité de l'adversaire en faiblesse».

 

  Guerre de 4° génération en PDF
  Voir aussi : de l'info au credo

After Action Report: Winners and Losers in the Hezbollah-Israel War

By Bill Roggio

With the cessation of fighting between Hezbollah and Israel largely holding after 24 hours, it is time to look at the likely winners and losers of the Hezbollah-Israel war. Israel spent the weekend scrambling to reach the Litani River and consolidate their positions south of the river before the fighting ended, launching an attack which amounted to too little too late. The negotiated cease fire implemented by United Nations Security Council Resolution 1701, has lead to a major political victory for Hezbollah, Iran and Syria,and dealt Israel, Lebanon and the United States serious setbacks.

The Winners:

Hezbollah: Hezbollah achieved what it intended to do from the outset of hostilities: fight the IDF to a draw, force negotiations and a cease fire in the United Nations, dictate the terms of the cease fire, obtain international recognition and acceptance, further erode support for Israel in the international community and remain a viable political and military force within Lebanon.

Hezbollah leader Hassan Nasrallah is now a man of stature in the Middle Eastern and Muslim world, and the dominant political leader in Lebanese politics. He has openly declared victory on Lebanese television. Sunni Islamist leaders, even from moderate groups as far away as Indonesia, have expressed support for Hezbollah. Imad Mugniyah has commanded an effective fighting force and stood up to the Israeli Defense Force, and survived with his military forces largely intact.

Some will argue that Hezbollah suffered a severe military loss, with an estimated 250-500 soldiers killed in southern Lebanon out of an estimated force of 1,000-2,000 active military. However, the high estimates puts Hezbollah's active fighters at around 5,000, with an unknown tens of thousands in reserve (the high estimate is 50,000 reservists with 20,000 as the median). And the argument is made that Hezbollah has now been denied southern Lebanon as a base of operation. While the Israeli military may have dealt Hezbollah a tactical defeat generally in southern Lebanon, killed a significant number of Hezbollah soldiers, degraded Hezbollah's long range rocket supplies and was able to push to the Litani at the end of the campaign, Hezbollah's military and political organization survived to fight another day. The resupply of medium and long range rockets from the Iranian and Syrian backers will begin immediately, and the Syrian supply lines into the Bekaa valley remain wide open. Hezbollah is stating it has no intention of turning over its weapons, but will “refrain from exhibiting them publicly.”

Up until the last 24 hours of the war, just prior to the cease fire taking hold, Hezbollah made the Israeli Defense Forces pay dearly when attempting to take towns just a few kilometers across the border. While much of the IDF's hesitation was due to political disorganization, Hezbollah gave the appearance of staving off an IDF assault, and actually can legitimately claim some tactical victories of their own. Hezbollah caused the elite Golani Brigade to retreat from Bint Jubayl, and was able to continually fire rockets from areas in southern Lebanon despite a blanket of air coverage, counter-battery artillery and the close proximity of the IDF. Hezbollah also repeatedly launched barrages of rockets against Israeli towns and cities, disabled an Israeli warship with a cruise missile and launched UAVs into northern Israel.

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José Mateus Cavaco Silva at August 16, 2006 13:49 | link | comments
Tags: terrorismo

"Das Ende einer moralischen Instanz"

GRASS NÃO GOSTA QUE NÃO GOSTEM

QUE ELE TENHA SIDO UM WAFFEN SS

Grass não gosta das reacções à sua "confissão" (tão, tão tardia... que leva de espera 61 anos bem contados) de ter sido um nazi, membro da organização de "élite" do partido, as Waffen SS. Percebe-se... Tal como fica agora claro o anti-americanismo deste antigo prisioneiro do "invasor" americano!

Para perceber a dimensão do empenhamento nazi de Grass convém saber o que era a "ordem negra" das Waffen SS.

Segundo fontes conhecedoras, "Las SS fueron una organizacion politica y en mucho mayor grado, que su predecesora, la Guardia Pretoriana del Cesar, tomo parte en roles politicos y militares. Hitler las utilizo para controlar el pais, mientras que Himmler como un medio de adquirir poder y ascendencia ante el Fuhrer.  En Enero 30 de 1933 Adolfo Hitler fue proclamado como Canciller de Alemania. Inseguro acerca de la disposicion del Reichswehr o de la policia del estado, solicito al SS Gruppenfuhrer Sepp Dietrich conformar un cuerpo de guardaespaldas personal; en Marzo 17 de 1933 este tenia 120 voluntarios y algunos miembros de las tropas de asalto (Stosstrupp) de Adolfo Hitler...".

  

Mesmo que o jovem Grass fosse muito distraído, será que não seria capaz de "ler" os símbolos que pululavam por todos os lados nas instalações da "ordem negra" (não sou eu que lhe chamo assim, era ela que se chamava...) e nem de sentir a anormalidade daquela cerimónia de esfolar um gato vivo? Eu sei que estes esfoladores de gatos, estes para quem o esfolar gatos vivos era o princípio e uma componente da "iniciação", gostam pouco que alguém de fora lhes lembre estas coisas. Mas, definitivamente, as W.SS não eram bem a tropa macaca onde eram arregimentados todos os alemães, eram bem uma coisa muito diferente...

 

Portanto, ele que páre de menosprezar a inteligência de todos os que não são nazis! Ou será que Grass ainda continuar a pensar que só os "arianos", na sua "superioridade", é que podem ver estas diferenças? Bolas, um pouco de coragem! Assuma e assuma-se!

NOTA: Ao contrário do que está a ser sugerido, uitlizando a sua qualidade literária, para salvar a reputação desse nazi convicto, eu não faço confusões entre o autor e a obra (que tem existência própria). Acho, por isso, tão ridícula a tentativa de salvar o nazi com a qualidade da obra literária como a ideia de levar a Academia de Estocolmo a retirar-lhe o prémio Nobel (que, de resto, até já foi atribuído a um censor comunista que nem sabe escrever...). Céline escrevia soberba e fulgurantemente mas tal não impede que ele era um miserável bêbado anti-semita que cantava... sem saber cantar! Entendido...?

 

Na tradição do Estado Estúpido, "Cavaco, Governo e Polícias sem comunicações seguras"ou:

O PARADOXO DO ACCIONISTA QUE 

NÃO CONSOME DA SUA EMPRESA !

O Estado português é o accionista de referência (60%) de uma empresa portuguesa especializada em "segurar" e "blindar" comunicações e em conceber e criar redes seguras de comunicação. A empresa é um dos líderes mundiais desta actividade. Entre os seus clientes estão a Comissão Europeia (a rede europeia de comunicações de emergência, por exemplo), a Agência Espacial Europeia, a NATO (sistemas datalink e outros), o Estado polaco (sistema de comunicações para as FA polacas), a Bélgica (sistema de comunicações de alertas do espaço aéreo belga), a Turquia, a Grécia e dezenas de outras instituições e empresas estrangeiras... Em Portugal, quem precisa realmente de comunicações "blindadas" é seu cliente, ou seja, as poucas comunicações que existem entre nós foram, de fio a pavio, concebidas, produzidas e até são mantidas por essa empresa.

Pelo "Diário de Notícias" de hoje ficamos a saber que o accionista de referência da empresa não é seu cliente! Os sucessivos governos parece que ignoram (têm mesmo ignorado) a realidade que têm! Mais um caso para, finalmente, o governo de José Sócrates... endireitar. Ou seja, neste país onde tudo parece andar torto, é à esquerda que compete endireitar as coisas! E isto não é nem tem nada a ver com dirteita política... Tem a ver com inteligência estratégica e económica!

Já agora, para que conste e todos fiquem elucidados, a empresa é a Edisoft.

 

Nota: Recomenda-se vivamente, a Cavaco, Governo e polícias, as seguintes leituras:

 La protection de l'information comme enjeu de la sécurité 
Alain Aumonier & Damien Bruté de Rémur -
 in Collection Etudes et recherches, INHES, août 2003

 Les apports institutionnels de l'intelligence économique  
Gérard Pardini -  in Revue de la Gendarmerie, mai 2006.

José Mateus Cavaco Silva at August 16, 2006 11:13 | link | comments
Tags: homeland security
Tuesday, 15 August 2006

Batalha de Aljubarrota

14 de Agosto de 1385

Dia  grande da inteligência estratégica portuguesa!

Uma inteligência que já vinha em crescendo desde o século XII, que teve no chanceler Álvaro Pais um primoroso intérprete coevo e atingiu a capacidade de mudar realmente o mundo com D. João II, o Príncipe Perfeito ou El Hombre... E que logo a seguir é submetida a um feroz processo de esclerose pela parasitária canalha bragancista mancomunada com o eixo continentalista Roma-Castela e seu instrumento privilegiado de guerra civil, a Santíssima Inquisição, processo histórico que terá tido - esperemos - na dupla nefasta Salazar-Cerejeira (feita com os cunhalentos, o que merece só por si um romance...) ó último estertor... Esperemos... Esperemos que a, finalmente, a direita portuguesa se liberte destas suas componentes genéticas e que a esquerda diga, definitivamente, adeus às marcas continentalistas que lhe foram introduzidas pela "Roma Vermelha". Esperemos... enquanto agimos e construímos com as pedras da inteligência estratégica e económica!

Implicações Deste Cessar-Fogo, na Stratfor:

Geopolitical Diary: Implications of a Shaky Cease-Fire
August 15, 2006  0257 GMT
The past 34 days of fighting in Lebanon has set off a chain of unprecedented events. Hezbollah declared a "strategic, historic victory" against Israel on Monday, and rightfully so; the invincibility of Israel's military might has come into question. The importance of this reality cannot be overestimated. 
[more]

 

José Mateus Cavaco Silva at August 15, 2006 19:29 | link | comments
Tags: terrorismo
Monday, 14 August 2006

INFOGUERRE E HERALD TRIBUNE INTERROGAM:

Sociétés occidentales, multiculturalisme et autonomie de décision

Dans une certaine mesure, et assez adroitement d’ailleurs, l’un des derniers articles du très renommé International Herald Tribune (IHT) lève le coin du voile sur l’une des nouvelles réalités des sociétés occidentales contemporaines : celle des conséquences de l’intégration de communautés allogènes au sein de certains pays européens.

Dans le cas précis de l’article de IHT (Letter From Europe : European leaders face knife’s edge in Mideast), l’Allemagne et la France sont à plusieurs reprises citées en raison de la communauté musulmane qu’elles accueillent et, actualité oblige, en raison des tensions croissantes au Proche et au Moyen Orient (Liban, Irak, Iran).

A lire Judy Dempsey, l’auteur de l’article, le poids de la population allemande et française de confession musulmane influencerait la capacité de Berlin et de Paris à agir librement au Proche Orient et à y projeter des forces armées, notamment en raison de sa grande sensibilité à l’actualité du dossier israélo-palestinien.

Que cet argument soit fondé ou non (sur les raisons éventuelles d’une non-intervention de l’Allemagne ou de la France au Liban, en raison de la présence d’un nombre important de musulmans sur leur sol), J. Dempsey ne fait qu’effleurer un problème bien plus important pour plusieurs pays européens.

En effet, au regard des événements qui embrasent actuellement une partie du monde, des effets directs qu’ils ont sur nos sociétés occidentales et du caractère exponentiel des phénomènes migratoires, il est urgent de s’interroger, avant toute chose, sur la capacité réelle qu’ont les dirigeants européens (supposés agir au nom de l’intérêt général) à pouvoir décider en toute indépendance, sans souffrir de l’influence de telle ou telle communauté (privilégiant la promotion d’un intérêt exclusif et particulier).

Une réflexion sur « l’autonomie de décision en politique » dans les pays européens est d’autant plus pressante qu’à l’horizon se profilent déjà des scénarios de crises nouvelles dont les conséquences sur la pérennité des sociétés occidentales ne peuvent être ignorés.
En témoigne ces quelques interrogations : Qu’adviendra t-il en cas de tensions avec la Chine ? Les communautés chinoises établies en Europe soutiendront-elles le pays qui les accueille ? De quelles garanties les pays de l’Union Européenne disposent-ils de la part des communautés musulmanes en cas d’une action contre l’Iran ou encore, d’un déploiement de forces européennes à la frontière israélo-libanaise ?

Par extension, il convient également de s’arrêter sur la définition précise de ce que sont la loyauté et l’identité.
Le bon sens voudrait que les ressortissants d’un pays donné (qu’importe leur appartenance religieuse ou ethnique) placent l’intérêt de leur pays avant des considérations d’ordre personnel.
Une fois encore, le bon sens laisse supposer que l’accession à la nationalité (qui permet d’hériter d’une identité, composée d’un sol et d’une histoire) conditionne l’adhésion de son bénéficiaire (la loyauté) à son pays d’appartenance.

En France, espérons que les débats à venir, en raison de l’échéance électorale de 2007, puissent permettre de répondre (de manière objective et sans sombrer dans la stigmatisation simpliste) à ces quelques interrogations majeures n’ayant qu’un objectif : empêcher la balkanisation et la libanisation que certains analystes annoncent déjà pour notre pays.

CT



Letter From Europe:
European leaders face knife's edge in Mideast

By Judy Dempsey International Herald Tribune - MONDAY, JULY 31, 2006


BERLIN Before the German cabinet met last Wednesday, Chancellor Angela Merkel took a hard look at the Middle East. Literally. In her methodical way, she looked at maps that showed the border between Israel and Lebanon and the flash points between Israeli troops and Hezbollah fighters. Merkel then recommended to the cabinet that Germany not support the idea of a NATO peacekeeping mission in that war-weary corner of the Middle East.

Her view is shared by other European governments. Most agree that some kind of peacekeeping force will be required to help the weak Lebanese government and army to disarm Hezbollah, but not under the flag of NATO, because it is too strongly identified with the United States.

Berlin is skeptical, too, about calls by Javier Solana, the European Union's foreign policy chief, for an EU force. Last week, Solana, one of the few diplomats who knows all the leaders in the Middle East, kept repeating that he could put together an EU force. The reality is different. Europe has no stomach for such a force despite its strong economic and political ties to the region.

"This should be Europe's hour," said Jean-Yves Haine, security expert at the International Institute for Strategic Studies in London. "Unfortunately, it will not be so."

Haine was making a bitter reference to the beginning of the Yugoslav civil war in 1991. Believing then that Europe could stop the fighting on its own, Luxembourg's foreign minister at the time, Jacques Poos, said, "This is the hour of Europe, not the hour of the Americans." It turned out to be a very rash boast. U.S. and NATO intervention finally stopped the fighting.

Europe is again going to need the United States to stop the fighting in the Middle East. And as in the 1990s, most EU countries will be unwilling militarily and politically to enter the fray.

"Britain is completely overstretched in Iraq and Afghanistan," said Charles Grant, director of the Center for European Reform, an independent research organization in London.

Germany, too, is reluctant to send troops. Merkel told the newspaper Bild am Sonntag that the German Army was "overstretched." Another reason is Germany's Nazi past. "As Germans we should proceed in this region with utmost caution," Merkel said.

Spain and Italy, whose governments that supported President George W. Bush's war against Iraq were voted out, are hesitating, too, because of the big risks. France wants countries from the Middle East involved, including Egypt and Turkey, which said Sunday that they would do so under the right mandate. Russia, pushing its way back into influence in the region, is considering signing up as well.

Europe's qualms about sending troops go beyond being overstretched, beyond the past and beyond the fact that the United States has ruled out sending any. A NATO military officer said there was the deadly fear of dealing with the military wing of Hezbollah and its invisible state within a state. There are also fears of repercussions in Europe's capitals by disaffected young Muslims to the rising casualties. Above all, there is the yawning gap between the United States and Europe over which causes are at the root of this latest Middle East war.

Volker Perthes, director of the German Institute for International and Security Affairs in Berlin, said any mission taking on Hezbollah faced huge risks. "The troops you send could become part of the war," he said in an interview. "The Lebanese government needs help. But if Israel wants the Lebanese Army to go down south, why does it bomb the bridges and infrastructure needed by the troops?"

Europe's governments are acutely sensitive to how their Muslim communities would react if European troops killed members of Hezbollah, leaving aside how Israel would react if its soldiers were killed by European peacekeeping soldiers.

"I am really afraid of the radicalization of the Muslim communities in Germany," said Wolfgang Bosbach, deputy leader of Parliament and interior affairs expert in Merkel's conservative Christian Democratic Union. "There are at least 900 supporters of Hezbollah and 300 of Hamas in our country. We are being very careful."

France's foreign minister, Philippe Douste-Blazy, was more blunt. In an interview with Le Parisien, he warned that the conflict could ignite France's poor suburbs, populated largely by Muslims of immigrant background, which only last November exploded into widespread violence.

"It is a risk if it transforms into a conflict between a Muslim world that has the feeling of being humiliated by a dominant West," Douste-Blazy said.

But at the core of Europe's reluctance to send troops is the belief that the Israeli-Palestinian conflict must be settled before the fighting can be stopped. "The Europeans and Americans approach the issue from entirely different perspectives," said Perthes, the analyst in Berlin.

While both sides agree that Hezbollah was responsible for starting the latest fighting, the United States sees it as a war on terrorism while the Europeans think of it as an extension of the Israeli-Palestinian conflict.

The question is whether any European leader is influential enough to shift the U.S. position. Tony Blair, the British prime minister, claims to have a special bond with Bush, but it has yielded few results. Merkel, who has forged a relationship with Bush, has had some success - she convinced Bush during her visit to Washington in May that the United States had to start face-to-face talks with Iran to try to persuade it to give up uranium enrichment.

So far, however, neither Merkel nor other European leaders have publicly stated what most of them believe privately: If the Israeli-Palestinian conflict could be tackled, Arab countries in the Middle East would lose their main reason for loathing Israel.

"If the U.S. does not want a cease- fire that just means a return to the status quo ante, then the countries in the region have to have a perspective," Perthes said.

He said Germany and the EU should be pushing for an international Middle East peace conference to include all the forces and to deal with all the territorial issues. When EU foreign ministers meet in Brussels on Tuesday, it will be their chance to speak out and explain their analysis of the crisis. In comparison with the United States, Europeans may be short on military might and sometimes short on political will. But with the Middle East as part of their neighborhood, they will have no excuses this time.

José Mateus Cavaco Silva at August 14, 2006 04:33 | link | comments
Tags: homeland security

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TRÊS NOTAS BEM INTERESSANTES...

LE CAIRE
Déchirements au sein de la Ligue arabe
De violents affrontements verbaux ont opposé plusieurs ministres de la Ligue arabe, le 15 juillet au Caire. Intelligence Online a eu accès aux minutes de la réunion. (...)  [ 505 mots ] [ 4€ ]

BEYROUTH
Histoire secrète des préparatifs iraniens
L'attaque, le 12 juillet, d'une unité israélienne par le Hezbollah, a été précédée de plusieurs réunions secrètes à Damas entre Iraniens, Libanais et Syriens. (...)  [ 320 mots ] [ 4€ ]

Teheran
Le mystérieux général Firuz Abadi
Au cours de l'année écoulée, le chef d'état-major conjoint des armées iraniennes, le général Hussein Firuz Abadi , a joué un rôle déterminant dans l'armement du Hezbollah , notamment en missiles. (...)  [ 279 mots ] [ 4€ ]

José Mateus Cavaco Silva at August 14, 2006 04:08 | link | comments
Tags: terrorismo

 Ahmed Rashid, escritor paquistanês:

SOBRE A REAL NATUREZA

DO TERRORISMO JIHADISTA

These new Islamic fundamentalists are not interested in transforming a corrupt society into a just one, nor do they care about providing jobs, education, or social benefits to their followers or creating harmony between the various ethnic groups that inhabit many Muslim countries. The new jihadi groups have no economic manifesto, no plan for better governance and the building of political institutions, and no blue-print for creating democratic participation in the decision-making process of the future Islamic states. They depend on a single charismatic leader, an amir, rather than a more democratically constituted organization or party for governance. They believe that the character, piety, and purity of their leader rather than his political abilities, education, or experience will enable him to lead the new society. Thus has emerged the phenomenon of the cults of Mullah Muhammad Omar of the Taliban, Osama bin Laden of Al Qaeda, and Juma Namangani of the Islamic Movement of Uzbekistan.

[Ahmed Rashid in JIHAD, The Rise of Militant Islam in Central Asia.]

Ler também:

DER SPIEGEL INTERVIEW WITH PAKISTANI SCHOLAR AHMED RASHID

"Pakistan Remains the Global Center for Terrorism and al-Qaida"

José Mateus Cavaco Silva at August 14, 2006 03:56 | link | comments
Tags: terrorismo

E no tornar te afundes

"E no tornar te afundes", um texto bem interessante de José António Barreiros, no "O Culto do Oculto", entrando por temas poucos frequentados, lançando pistas interessantes e recheado de leituras raras (Dalila Pereira da Costa, Pascoaes)... Falta apenas, digo eu, o aparelho conceptual e a grelha de Markale, definidos no "Cristianismo Celta".

José Mateus Cavaco Silva at August 14, 2006 03:31 | link | comments
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Sunday, 13 August 2006

Francis Obikwelu

campeão português...?

Não é para desanimar ninguém, mas sabem que este campeão vive e treina há três anos em Madrid...? E que teve de ir para lá para fazer a sua recuperação depois de um problema num joelho...? E que se não fosse isso, se cá tivesse ficado, tinha abandonado o atletismo...? E que, portanto, não haveria agora qualquer campeão...?

Gostar de ter campeões é bom, mas convém saber como eles lá chegam,  como se fabricam os campeões... É mesmo indispensável ver e saber isso!

Ou seja, até o Francis Obikwelu  para chegar a campeão teve de sair de Portugal...  E depressa!

Gracias, Madrid, por haceres de Francis Obikwelu  "nuestro campeón"...

José Mateus Cavaco Silva at August 13, 2006 04:19 | link | comments
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LAJES, COMUNISTAS, BALSEMÃO        E OUTRAS HISTÓRIAS TRISTES... 

A passagem de um avião israelita numa base militar portuguesa (e americana) está a levantar "uma carga de interrogações" ao longo de toda uma página do Expresso, que logo encontrou outros para aumentar a "carga". Segundo o semanário do dr. Balsemão (que nunca levantou, que me lembre, "cargas de interrogações" sobre operações na estrada do Guincho, não é ARF, tu que conheces tão bem Cascais...?), também o PCP e o BE reagiram com "indignação" à passagem do dito avião e querem saber que diabo levava ele a bordo... O mais fácil teria sido mandar-lhes, previamente, dizer que um cargueiro com "alfaiais agrícolas" ia passar na Portela a caminho de um sítio qualquer...

A base das Lajes é fértil nestas coisas... Houve um tempo em que Salazar se opôs a que ingleses e americanos pusessem um pé em terra dos Açores, para combaterem os submarinos alemães que tentavam, com algum êxito, cortar as linhas entre a Inglaterra e os Estados Unidos. Salazar nem imaginava aviões da RAF ou da USAir Force a usar pistas nos Açores para combater os uboats nazis... Imaginou, porém, quando Patton começou a correr com Rommel do norte de África, Churchill lhe "explicou" que com ou sem autorização a RAF iria para os Açores e o general pró-Aliados Humberto Delgado tratou do assunto directamente com quem de direito na embaixada. Hoje, mudaram algumas moscas (e nem assim tanto...) mas as Lajes são as mesmas...

Do mesmo tipo salazarento é esta reacção dos comunistas do PCP e do BE que querem, senão definir, pelo menos condicionar a política externa portuguesa (ainda não vi o Avante nem o "chico torquemada" falarem da famosa passagem  de mercenários cubanos nas Lajes a caminho da  guerra civil de Angola...).

Intolerável é esta prática sistemática dos comunistas de condicionar a política externa de um governo legitimamente eleito. Apesar do dr. Balsemão e outros da "influência", esta gentinha tem de ser posta no seu lugar! A política externa é da exclusiva responsabilidade do governo eleito e não tem de ser discutida com os restos do prec que por aí se arrastam graças à bondade do sr. Hondt... Ponto!

O anti-americanismo primário e o anti-semitismo destes comunistas (matéria em que mais uma vez coincidem com os nazis e com Salazar e os salazarentos!) é o que resta a estes derrotados da História? Pois nem isso lhes resta porque antes deles a Europa foi assolada por outros anti-americanos e anti-semitas : Hitler, Salazar, Mussolini, Petain e, claro, Staline... O que lhes resta nem é, especificamente, deles! Francisco Louça anda a ler os textos do GRECE e outros "Elements", os do PC, de tão rotinados, já nem precisam (nem sabem) ler!

Já agora, os textos assinados por um antigo chefe de redacção da revista  "Mais Alto" salazarista não chegariam para levantar várias "cargas de interrogações"...?

Operação de Londres

Análise de John Robb in Global Guerrillas

 " AL QAEDA'S ACHILLES HEAL: RESIDUAL HIERARCHY

Early analysis of a rapidly unfolding operation, like the arrest/unravelling of the UK airplane liquid bomb plot, can easily be distorted by hype and erroneous information. Despite this potential minefield, here's my initial take on the event.

Here's the bad news. From all indications, it appears that the operation showed significant signs of open source warfare in both substance and structure. For example, the operation was characterized by: a self-organizing UK cell energized by al Qaeda's plausible promise, gathering of expertise/funding from al Qaeda in Pakistan, and innovative applications of technique/technology. Also, it appears that the operation wasn't directed at purely symbolic targets (using planes as guided missiles) but against the transportation infrastructure itself (like the successful attack on Madrid and last years attack on London). This slow shift reflects a growing realization, echoed by an increasing number of sources, that system disruption is more valuable in this war than the destruction of symbols.

Here's the good news. Al Qaeda's leadership provided too much centralized command and control of this operation after it connected with the UK cell. A great example of this, in microcosm, is a report that the suspects received a coded message from Pakistan that said, "attack now" just before the arrests. Operational control at this level is likely the cause of the factors that led to its failure. (...)"   Continuar a ler AQUI
 
No Counterterrorism Blog
 
" Matiur Rehman, the London Airline Plot and the Road from Pakistan and Talibanistan

By Bill Roggio

 

Matiur-Rehman.jpg

Matiur Rehman, image from ABC News

Like the 7/7 London Tubes bombing in 2005, the London Airline Plot to destroy over 10 airplanes transiting from London to the United States is being traced back to Pakistan. Pakistan's Daily Times reports seed money was sent to Pakistan under the guise of earthquake relief and diverted to fund the airline attack. "Muslim Charity of UK remitted... a huge amount of money under the head of “earthquake relief” to the accounts of three individuals in three different banks — Saudi Pak Bank, Standard Chartered and Habib Bank Ltd." According to B. Rahman of the South Asia Analysis Group, many of the plotters also traveled to Pakistan for training, also under the guise of supporting the earthquake relief effort:

According to sources in the Pakistani Police, some of the 18 persons of Pakistani origin detained by the British Police in connection with the investigation had traveled to Pakistan after the earth-quake of October, 2005, to work as humanitarian volunteers in the relief camps run by the Jamaat-ud-Dawa (JUD), the mother organization of the Lashkar-e-Toiba (LET), in the POK and in the Balakote area of the North-West Frontier Province (NWFP). These sources say that during their stay in the relief camps, they were taken by the Jundullah, a Pakistani jihadi terrorist organization which is close to Al Qaeda, to its training camps in the Waziristan area of the Federally-Administered Tribal Areas (FATA) of Pakistan for training. They later returned to the humanitarian relief camps of the JUD.

Pakistan's Northwest Frontier Province and Federally Administered Tribal Areas

As the evidence of the Pakistani connection mounts, reports indicate Pakistani terrorist and al-Qaeda member Matiur Rehman is one of the prime suspects in the London Airline Plot. While Rehman is widely being described as an al-Qaeda bomb expert, he is intimately associated to the murder of Wall Street Journal reporter Daniel Pearl, the multiple assassination plots on Pakistani President Pervez Musharraf and Prime Minister Aziz and the attack on the U.S. Consulate in Karachi (...) "    Continuar a ler AQUI

José Mateus Cavaco Silva at August 13, 2006 01:30 | link | comments
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No Correio da Manhã

CRÓNICA DOS BRANDOS COSTUMES

Neste local consumou-se o homicídio de Joaquim Pereira, por causa do pó de um boi de chegas"  Portugal


Pó levantado por boi leva a homicídio com caçadeira

O pó levantado por um boi, no cercado, foi a causa aparente para um homicídio a tiro de um homem, sexta-feira à noite, em Torgueda, Montalegre. ...   " 

É mentira! Não pode ser! Todos sabemos, desde Salazar e de todos os sucessivos pequenos, médios e grandes "intelectuais e pensadores" salazarentos e cunhalentos que:

Portugal é um país de brandos costumes !

Para quando - e agora a sério - fazer o enterro da "teoria" dos brandos costumes com um estudo antropológico sobre este modelo de violência fria tão comum entre os portugueses e que, por razões bem diferentes, cínicos e patetas confundem com "brandos costumes"? E já nem pergunto qual o estado europeu que apresenta maior número de magnicídios no século XX... Vocês já adivinharam qual é ! 

Brandos costumes - e retomo mais uma notícia do CM - são estes mas não são dos portugueses, são do Estado:

- Pedofilia sem rasto nos cibercafés

José Mateus Cavaco Silva at August 13, 2006 00:14 | link | comments
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Saturday, 12 August 2006

FINALMENTE !

É sina deste Governo, fazer o que há anos e anos devia ter sido feito. Até parece que há décadas que Portugal não tinha governo (e se calhar não tinha mesmo...). Agora, José Sócrates e António Costa avançaram com uma medida que pelo menos há cinco anos devia ter sido já tomada. Segundo o Expresso:

" Governo vai mudar luta antiterrorista

A PJ e o SIS vão passar a actuar em conjunto no combate ao terrorismo, através da troca sistemática e rotinada de informações, com regras e protocolos a definir pelo Governo. "

Caso para dizer, finalmente, parece que há um piloto no avião ! 

José Mateus Cavaco Silva at August 12, 2006 23:52 | link | comments
Tags: homeland security

Muito Interessante...

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José Mateus Cavaco Silva at August 12, 2006 23:37 | link | comments
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No "Counterterrorism"

Intel Doc: Ramzi Yousef and Liquid Bombs

By Evan Kohlmann

Following up on my post from yesterday about past Al-Qaida-linked attempts at fielding liquid explosives against commercial aircraft, I am making available excerpts from the original 1995 Philippine intelligence document referenced in my post, care of the Nine Eleven Finding Answers (NEFA) Foundation website. To view the document, visit the the main NEFA homepage, and look at mid-right for a link to "Liquid Bombs Memorandum."

José Mateus Cavaco Silva at August 12, 2006 01:18 | link | comments
Tags: terrorismo

Waffen SS, Pides e Outros Bufos

O escritor alemão Günter Grass, prémio Nobel da Literatura, confessou em entrevista hoje publicada no jornal ‘Frankfurt Allgemeine’ que foi membro das Waffen SS, escreve hoje  o "Correio da Manhã". Não me surprende! As posições "continentalistas" e "anti-americanas" de Grass têm todo o ar de radicar nas concepções nazis de "pureza da terra e do sangue"... de mergulhar no mesmo fundo ideológico que produziu, em meados dos anos trinta, coisas como a "lei de protecção do animal alemão" e o holocausto... A ideia muito espalhada de que o nazismo é a obra de Hitler, austríaco e louco, tem-se destinado a cobrir todos os Grass! Quem se lembra ainda da escandaleira dos primeiros deputados e fundadores do partido "Os Verdes" que eram coronéis destas mesmas Waffen SS?

E, em Portugal, quantos dos actuais "intelectuais, professores, escritores e até carpideiras democratas" - de esquerda e de direita - não foram bufos, sicários e mandantes de sicários das "Waffen SS" locais, pides, legiões, mocidades e quejandos...? E quantos desses não passaram depois a trabalhar para o KGB quando lhes bateram à porta com a velha fichinha na mão...

Mas isto são já contas para outro romance...

José Mateus Cavaco Silva at August 12, 2006 00:41 | link | comments
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"ameaça à vida de cada um de nós"

FACE À "DISRUPTION" TERRORISTA

Martim Avilez de Figueiredo faz, no Diário Económico, uma leitura lúcida da estratégia terrorista de "disruption" e das suas consequências e nossos modos de a enfrentar: 

"É que a questão, como ontem já a colocavam em algumas discussões, consistia em avaliar os atrasos nos voos e os incómodos causados nos passageiros. A ameaça é sobre as nossas vidas - nossas, ocidentais - e o que se media era o tempo de atraso nos aeroportos. Numa reportagem de rádio dava-se até voz ao desconforto - “falta de paciência”, dizia um dos incomodados. Falta de paciência! Mas usemos o argumento do desconforto e, em vez de incómodos nos passageiros, olhemos a real dimensão do problema: 400 mil pessoas foram ontem bloqueadas no mundo por um grupo que as autoridades britânicas supõem ser de 21 homens. Cada um, portanto, foi capaz de alterar a vida de 19 mil pessoas. Dezanove mil! E isto medindo apenas os efeitos directos - falta olhar o impacto que o desconforto destes 400 mil terá provocado num universo quase inimaginável - nas empresas, nos negócios, nas famílias.

Dito de outra forma: cada um destes “fascistas islâmicos que odeiam a liberdade” (como George W. Bush muito bem os apelidou) é capaz de infligir terror numa escala diabólica: basta 1 terrorista para afrontar mais de 19 mil homens livres. Não é possível. Como é que se vence esta batalha?

Resposta quase impossível. Mas as oito páginas que o Diário Económico hoje dedica a este assunto permitem isolar algumas ideias. Uma é afirmando que no mundo livre não há espaço para guerras religiosas - todas as religiões serão bem recebidas deste lado do mundo onde impera a liberdade. A outra é dizendo o óbvio: existem de facto terroristas que querem o mal do Ocidente. Que nos querem fazer mal. O que torna o problema numa questão pessoal. Não é de Bush ou Tony Blair: é de ameaça à vida de cada um de nós." 

José Mateus Cavaco Silva at August 12, 2006 00:23 | link | comments
Tags: terrorismo
Wednesday, 09 August 2006

lusitaníssimos respingos de verão

O"Jumento" ficou preocupado com a abertura de um caminho de invasão para a sua "secreta" praia dos 3 pauzinhos... Sei o que isso é  (remember o vizinho "Adão e Eva" de há uma dúzia de anos...), é o preço da democratização e do progresso!

A ideia de férias, noBerra Boi, não é tanto de 3 pauzinhos mas mais de 2 pares de mãos e um rabinho virado para o ar (não para uma qualquer meca).

Sem férias, parece que está o Francisco Trigo de Abreu... Sem férias e algo zangado, havendo mesmo "Maaau tempo no canil" : "... agora sou assessor do Instituto Português da Juventude. Traduzindo: quero que se fodam os filhos da puta que comentam o meu trabalho como se ele não fosse digno." Oh, Chico, tranquilo, no pasa nada...! Só tenho pena que não digas quem é  "A estagiária" que "Nunca escreveu uma notícia de jeito e dava erros ortográficos. As fontes e os editores gostavam dela. Tinha umas mamas óptimas." Não pelos erros ortográficos, que isso por aí é mato, mas pelas bem mais escassas e raras "mamas óptimas"...

 

Não sei se em férias ou não, o Henrique Agostinho fala do que sabe e sabe do que fala (coisa muito rara neste burgo...) e, apesar de Agosto, o Consumering continua a mostrar a diferença entre as tretas praticadas e o construir de uma marca Portugal, mais que necessária: "Este descalabro da balança comercial não se resolve fechando as fronteiras (uma solução estupidamente defendida tanto por comunistas como pelo outro extremo dos corporativistas). Portugal, não se tornará viável se comprar menos. Para salvar a economia, é essencial vender mais, conquistar vendas, de preferência no estrangeiro. Portanto, vender mais ao estrangeiro, exportar mais, tornou-se vital. A perder dinheiro a este ritmo, dentro de pouco tempo não haverá como pagar salários, haverá mais despedimentos, desequilíbrio social e todos esses outros aborrecimentos, que até já vão estando à vista aqui em Portugal.
Um País, e Portugal apesar de estar quase-falido ainda é um, funciona como uma qualquer outra empresa. Se vende, todos os seus problemas têm uma boa solução e se não vende, todas as soluções são um grande problema. Ora, no caso de Portugal, como no caso da maior parte das empresas, a diferença entre o desastre que conhecemos e o vender bem e ser bem sucedido, está no efeito que faz a marca, no caso, a “Marca Portugal”.
A Marca Portuga” se for bem gerida, poderia tornar este país económica e socialmente viável. O que não é uma promessa vaga, mas sim uma facto demonstrável. A “Marca Portugal”, como qualquer outra marca, é aquele efeito que em última instância e em igualdade de circunstâncias, faz a diferença no momento da compra."

Enquanto isto, o meu amigo Zé Adelino continua no "Tempoquepassa" : "Rememorando fotografias da terra inteira, Balfour, Hiroshima e cabos transatlânticos de telégrafo. Sete de Agosto. Recordo esta data do ano de 1959, quando, pela primeira vez na história, o homem conseguiu fotografar, a partir do espaço, o próprio planeta, graças a um satélite norte-americano. Assim se consguia dar sentido gráfico ao abraço armilar, cumprindo o plano de Fernão Magalhães. Sete de Agosto de 2006, quando aninda nos enredamos nas patetices da Balfour Declaration de 2 de Novembro de 1917, que prometia aos sionistas a instalação, na Palestina, de um lar para esse povo sem pátria que eram os judeus. E apetece rememoriar o que, ontem, dia seis de Agosto não consegui: a bomba atómica sobre Hiroshima. A tal procura da arma absoluta devastando os inimigos. Tal como o que, anteontem, dia cinco de Agosto, também não anotei: o lançamento,o  em 1858, do primeiro cabo de telégrafo transatlântico. Para não falar no ano de 1962, quando foi encontrada morta, Marilyn Monroe."

E com um fabuloso e polémico (como se deve...) texto: "Este foi o maior oficial que houve do nosso ofício. Este é o meu rei, este é o meu rei"

E, enquanto isto, o ARF está em Lisboa, continuando a vigiar o "estado do sítio"... Sempre atento e nunca obrigado, ele nota que as férias fazem bem à "saúde": "O Sol fez-lhe bem. Afinal, o Sol de Agosto começa a fazer bem à moleirinha do ministro da Saúde. Correia de Campos admite, agora, dar liberdade aos proprietários de bares e restaurantes para decidirem sobre a magna e importante questão do fumo. Parece que os ventos de Espanha inspiraram o ministro e Portugal vai ter bares e restaurantes onde se pode fumar e outros em que tal é proibido."

Boa, ARF, mas vamos já criar o sindicato pan-europeu de defesa da liberdade de escolha... antes que estes correias e outros campos se partam ou fiquem com a seca muito ressequidos!  Apesar de tudo, os defensore da liberdade de escolha (e da escolha de fumar) ainda somam uns quantos votitos...

José Mateus Cavaco Silva at August 09, 2006 23:14 | link | comments
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"FUMOS DE CORRUPÇÃO"...?

  • - Domingo, 30 Julho 2006 - 00:00
    Fumos de corrupção em negócios da Defesa
    Sérgio Parreira de Campos, vice-presidente da Empordef e presidente das empresas do pólo tecnológico da Defesa, diz que há contrapartidas das compras de equipamento militar com “valorização exagerada” e que isso “beneficia quem vende” e, “se calhar, quem está na meia” do negócio.
  • - Quarta-feira, 2 Agosto 2006 - 13:00
    Estado revê contratos de submarinos e helicópteros
    A Comissão Permanente de Contrapartidas (CPC) vai rever o contrato associado à aquisição dos helicópteros EH-101, e realizar ajustamentos ao contrato dos submarinos, analisando ainda o contrato de aquisição dos veículos blindados de rodas (VBR).
  •  - Sabado, 5 Agosto 2006 - 00:00
    PJ deve investigar corrupção
    O presidente da Comissão Permanente de Contrapartidas (CPC), Rui Neves, remeteu ontem para os órgãos competentes, como Polícia Judiciária (PJ) e a Procuradoria, a responsabilidade de investigar alegados actos de corrupção nas contrapartidas.

Bem lidas, as três notícias e a sua cronologia, do Correio da Manhã (clicar nos links para as ler na íntegra), dão que pensar... Na primeira, um alto responsável da área da indústria da Defesa abre caminho - uma avenida, mesmo - ao "sim" do Presidente da República, Cavaco Silva, à legislação de enquadramento da gestão das "contrapartidas" das aquisições militares ao exterior que o Governo tinha em Belém a aguardar que o PR se pronunciasse...

E o PR pronunciou-se, favoravelmente e sem margem para comentários, logo depois... como se vê pela segunda notícia. E não só o PR ficou sem espaço para reter mais tempo em Belém a dita legislação como ainda ela (apesar das suas imperfeições e eventuais erros...) foi recebida de forma extremamente positiva pela comunicação social...

Na terceira, Rui Neves, presidente da comissão de contrapartidas, diz sibilinamente que PJ e PGR devem investigar alegados actos de corrupção nas contrapartidas... E fecha-se o círculo. Uma gestão mediática perfeita para um trabalho muito importante e meritório desenvolvido pelo actual Governo.

Mas, há sempre um "mas", fica-me uma dúvida: "PJ e PGR devem investigar alegados actos de corrupção nas contrapartidas"... Ou estão a investigar?

Ninguém quer investigar esta segunda hipótese....? Talvez as surpresas fossem mesmo muitas... Porque é que não há jornalista que... Não há portas herméticas!

José Mateus Cavaco Silva at August 09, 2006 05:24 | link | comments
Tags: homeland security
Wednesday, 02 August 2006

FINALMENTE, UM GOVERNO
COM SENTIDO DE ESTADO
 
O universo das  chamadas "contrapartidas" é - quer pelas necessidades da sua específica gestão e quer pelas fabulosas consequências que pode gerar para a terapia tecnologica da economia - o lugar que mais necessita e depende da existência de uma competente inteligência estratégica e económica. O lugar onde a inexistência de inteligência estratégica e económica compromete absolutamente o processo, condena-o ao fracasso e abre a porta a todas as trampolinices possíveis do complexo económico neo-corporativo e salazarento...
 
Ora bem, é precisamente neste universo, de milhares de milhões, que mais se tem notado, desde há muitos anos, a total ausência de inteligência estratégica e económica! Até agora! Finalmente, graças a gente como José Sócrates, Luís Amado, José Carlos Zorrinho, Rui Neves e outros a situação já está a mudar... Mas, entretanto, Portugal perdeu anos e milhares de milhões!
 
Note-se só este pormenor: a Comissão de Contrapartidas, cuja missão é fazer a gestão e o acompanhamento destes dossiers, apenas existia no papel! Quando o engenheiro Rui Neves foi nomeado seu presidente encontrou um órgão absolutamente vazio, sem uma única pessoa, sem quadro, sem orçamento, sem instalações...! Governo nenhum ainda tinha tempo de proceder à instalação deste órgão absolutamente decisivo e estratégico para o sucesso da gestão de processos de milhares de milhões! Alguém, obviamento, terá aproveitado esta oportunidade em ouro para fazer fortunas fabulosas, à custa do desenvolvimento do País! Alguém falou de "fumos de corrupção"? João Salgueiro, um dos homens que há mais tempo melhor conhece todas as rodinhas e mecanismos do aparelho de estado em Portugal, afirmava taxativamente em recente conferência do "Eurodefense Portugal", qualquer coisa como "não são fumos, é mesmo corrupção!".
 
No mínimo, face a esta incúria e inconsciência, deveríamos falar de uma gestão política danosa do Estado... Felizmente, o sentido de Estado parece ter, finalmente, aparecido com este Governo. Esperemos que com ele também aparece e se desenvolva a inteligência estratégica e económica que é hoje o principal dispositivo de defesa das +pequenas potências e faz a diferença com os estados-exíguos.... E ninguém quer fazer de Portugal um estado-exíguo, pois não?

José Mateus Cavaco Silva at August 02, 2006 13:32 | link | comments
Tags: homeland security
Tuesday, 01 August 2006

1º de Agosto

A  Lúgnasad

Lug . «Luminoso».
Nel ciclo delle invasioni di Ériu, eroe dei Túatha Dé Dánann, figlio di
Cían e di Ethné figlia del fomoriano Balor. Eccelleva in tutte le arti e le tecniche, e per tale ragione re Núada gli cedette il trono durante la guerra contro i Fomoriani. In seguito tuttavia venne proclamato Re Supremo di Ériu.
Corrispondente al
Mercurius gallico, a Lúg era dedicata la festa del 1° agosto, Lúgnasad.
 

Ler AQUI    

CELTI - Indice delle Storie

José Mateus Cavaco Silva at August 01, 2006 21:04 | link | comments
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 Via Vtech

L'intelligence économique:

enjeu politique, fonction stratégique    et discipline universitaire

"Concept politique aux connotations encore ambigües, fonction stratégique trop souvent incomprise, discipline universitaire mal reconnue, l'intelligence économique peine encore souvent, malgré des progrès récents, à se traduire en pratiques effectives dans l'entreprise. Avant toute réflexion sur ses applications pratiques, la discipline doit être dotée d'un socle doctrinal stable : une "appellation contrôlée" aux contours parfaitement délimités doit définitivement s'imposer, marquant clairement la distinction entre objet et finalités, information et action, renseignement et stratégie, fonction opérationnelle de renseignement et politique publique de compétitivité. A l'aide d'un regard nouveau éclairé par une longue expérience de l'exploitation du renseignement1, ce premier article tente de proposer des clarifications susceptibles de contribuer à consolider les fondations. Il ouvre ainsi la voie à la construction d'un modèle théorique, voué au développement de pratiques professionnelles spécifiques associées à des métiers reconnus. Reposant sur l'adaptation aux progrès technologiques de méthodes de travail éprouvées, beaucoup plus que sur une simple accumulation d'outils nouveaux, ce modèle fera l'objet d'un prochain article."

Francis BEAU, chercheur associé. CEREMS
L'article en PDF
(Via Veille)

Dossier :

Normalisation et intelligence économique

"L'Intelligence économique, ici maintenant

Tout savoir est un pouvoir. L'information utile est une des  facettes de l'intelligence économique, concept qui  fait flores dans le paysage public et privé. Jusqu'où ? Quelques éléments de réponse avec Bernard Carayon, député, Philippe Legorjus, p-dg d'Atlantic Intelligence, et Alain Juillet, haut responsable chargé de l'intelligence économique auprès du Premier ministre.

La normalisation, outil d'intelligence économique
Comment la normalisation peut-elle s'insérer dans les démarches d'intelligence économique, aider toutes les formes d'organismes à mettre en œuvre des initiatives proactives ? Tour d'horizon des travaux  en cours et à venir sur le management de et par "l'IE ", l'information stratégique et un projet de club de prestataires de sûreté dans le domaine  des transports."

Le Dossier

(Via CyberIES)

José Mateus Cavaco Silva at August 01, 2006 19:58 | link | comments
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CUBA COM PROBLEMAS DE FAMÍLIA...     DO LÍDER MÁXIMO AO LÍDER MÍNIMO

Cuba é uma quinta de família. Já o sabíamos, tal como sabíamos que é uma casa de putas ao ar livre. Mas agora ficou claro, mesmo para os cegos, aqueles que a ideologia cegou ao ponto de verem, em Cuba ou na Coreia do Norte, "democracia"!

Com problemas nas tripas (será que a ilha, afinal, se revela de digestão mais difícil que o previsto...?), o dinossauro caribenho, ao abrigo da "constituição" (!), passou a gerência da hacienda ao... irmão, em cujas mãos já tinha concentrado muita coisa da quinta de família. Cuba é a quinta da família e há um regulamento interno de gestão, feito à medida da família e pomposamente chamado de "constituição", que garante que ninguém de fora da família possa meter a mão na massa... É, em todo o seu esplendor, uma grande vitória do "socialismo", tendência "familiar", a mesma que já tinha tido uma grande vitória na Coreia do Norte!

Revolução, marxismo (o que Marx se riria daquela coisa...), democracia, socialismo? Utilizem os nomes pomposos que quiserem, a realidade está à vista e tem uma forma óbvia de ser chamada - terrateniente de novo tipo! E as desgraças soviéticas não são chamadas nem precisas para explicar este fenómeno do último grande terrateniente da América de língua espanhola, onde o povo, por tradição e ao contrário do sucedido na América do Norte anglo-saxonica, nunca teve direito à terra.

Mas - reparo eu - olhem só o que nos poderia ter acontecido se o sacana do Salazar (esse não tanto terrateniente mas mais do tipo feitor da quinta...) tivesse tido um irmão... Porra!

A Notícia : APRESENTADORES DE TELEVISÃO VESTIDOS DE NEGRO  (Para Ler Clicar AQUI )

José Mateus Cavaco Silva at August 01, 2006 19:44 | link | comments (1)
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OS BLOGS MUDARAM O

MARKETING POLITICO

O já aqui citado estudo da Pew Fondation, segundo o "NetPolitique", revela coisas bem interessantes sobre os bloggers. "Deux statistiques qui, mises bout à bout, ne veulent pas dire grand-chose, mais feront plaisir à certains : traduisant les conclusions de la dernière étude de la Fondation Pew sur le profil des bloggers américains, le Journal du Net relève deux données intéressantes : la politique est le second sujet le plus traité sur les blogs, derrière les écrits personnelles mais loin devant le sport et la technologie. Or, selon l’étude, « près d'un tiers des bloggers sont poussés par la volonté d'influencer les actions (29 %) ou les opinions (27 %) de leurs lecteurs ». Le marketing politique en ligne est promis à un bel avenir..."








Um blog não é um jornal, nem é um fórum. É um local de confronto de ideias. Debate das ideias que o autor do blog submete aos leitores. Convém, por isso, que por mail ou directamente nos "comments", os leitores se exprimam. Troquem ideias. Não só com o autor do blog como também entre si. Para o debate, todos são bem vindos. Da discussão…

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