| Competitive Intelligence & Perceptions Management num Blog-Notas, para tornar o obscuro bastante mais... CLARO |
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
A MUDANÇA DO MODELO GLOBAL ESTÁ A GANHAR CADA VEZ MAIS VELOCIDADE A mudança do modelo económico global e as alterações no quadro de concorrência, têm exigências de dimensão (daí a corrida às fusões e aquisições…) e isso tem custos que não estão ao alcance de qualquer um… Como diria Marx, que ignorou o conceito de modelo, “o capitalismo está a entrar numa nova fase”! Nesta fase de mudanças profundas e radicais, em que vemos desenhar-se um mercado global, com um novo quadro de concorrência e um novo estatuto/dimensão da empresa e com as sociedades do “centro” do modelo organizadas pela informação/comunicação, são a informação e o conhecimento que vão definir as elites e serão a capacidade e relação destas com o domínio da informação que definirão os jogos possíveis e as respectivas chances. Um quadro, portanto, que fomenta, exige e não prescinde da inteligência económica, o saber transversal dos novos tempos das sociedades da informação e da globalização. Recente edição da “18H” dava conta da dimensão quantitativa que o fenómeno assume: “ Les fusions-acquisitions ne font pas relâche . José Mateus Cavaco Silva at March 30, 2007 18:42 |
link | comments
Tags: inteligência económica, perceptions management, curvas da economia, inteligência estratégica, mudança do modelo global LINGERIE "BOAS LEITURAS" OU VESTIDA PARA BEM LER ! ( um bom fim de semana com boas leituras )
Bom fim de semana também para ti, pintor ... E, a propósito, tu estás a gostar cada vez mais da fruta e andas de maçãs para nésperas (e japonesas...) , com o velho Mário Henrique Leiria (codificado no destino que nem tanto na origem...). Bom fim de semana! José Mateus Cavaco Silva at March 30, 2007 16:49 |
link | comments
Tags: humor, livros, fotos e vídeos Ségolène Royal ontem em Limoges
no Inteligência Competitiva . Ler AQUI "Qui sont les hommes de l'intelligence économique ?interroga o Vtech " Un dossier du JDN revient sur les métiers de l'intelligence économique, en mettant en avant certains noms de dirigeants et de sociétés, dans 6 "métiers de l'intelligence économique" . Il faut noter que le HRIE en a identifié 9 métiers. Sur les 6 métiers présentés par le JDN, seuls 2 font partie de la liste officielle. Alors, à qui se référer ? in http://vtech.canalblog.com/ José Mateus Cavaco Silva at March 30, 2007 16:29 |
link | comments
Tags: inteligência económica, perceptions management, mudança do modelo global OTA: UMA DECISÃO POLÍTICA VELHA E ANTERIOR A "ESTUDOS TÉCNICOS" A revista é de Novembro de 1999... O título de capa é objectivo "Novo Aeroporto: Coelho já decidiu". Na altura, Jorge Coelho era o super-ministro de Guterres responsável pela área do "Equipamento Social". E, num governo que pouco ou nada decidia, Jorge Coelho, muito ao seu jeito, não queria perder tempo e tomava decisões...
A notícia no interior da revista, que suportava o título de capa, dizia "Jorge Coelho prepara já o arranque da construção do aeroporto da Ota. Um projecto orçado em quase 500 milhões de contos (sim, na altura ainda não havia os euros...) que promete ultrapassar o impacto económico verificado no sector das obras públicas com a Ponte Vasco da Gama e a Expo 98. A maior parte das empresas construtoras conta já com esta obra nos seus planos de negócios. O titular do Ministério do Equipamentto Social não se fica por aqui, pretendo interligar a obra com outras apostas de vulto das quais se destaca a privatização da ANA...." Como o tempo lentamente em Portugal! Como nessa sua lentidão, ele apaga a memória...
TERRORISMO: ESCALADA EM TEHERÃO... Enquanto o Conselho de Segurança da ONU adopta soluções de água chilra ou para dourar a pílula, muito devido à posição russa de protecção ao Irão, os talibans do costume já começaram as "manifestações espontâneas" em Teherão a "exigir" a execução dos 15 marinheiros ingleses raptados pela "guarda da revolução"... O petróleo, entretanto, já está com os preços incontrolados! José Mateus Cavaco Silva at March 30, 2007 16:09 |
link | comments
Tags: mudança do modelo energético, terrorismo ALLGARVE - A BRONCA É GRANDE... O João Pedro, no DN, foi-se caminho do Allgarve e...
![]() .
Allgaraviada no Apdeites2
![]() (O logótipo da campanha "Allgarve" foi retirado do site [COMUM]_online, que cita o jornal barlavento.online.pt como origem da mesma.)
..
3 INTERESSANTÍSSIMOS TEXTOS DE JOHN ROBB
THE VIRTUAL CALIPHATEThe brief, A New History, argues that opposition to the state will emerge from networked organizations that take advantage of the leverage afforded by the emerging global platform to create alternative forms of "virtual" governance. We saw this clearly in William Langewiesche's description of how Sao Paulo's PCC transformed itself from a prison gang into a network that now controls nearly half of that huge city. The same process is at work in Iraq, with the emergence of al Qaeda's Islamic state of Iraq (the ISI).
A good source for exploring this is Brian Fishman's (from West Point) report on Furqan Media's: Informing the People About the Birth of the Islamic State of Iraq. In this document, a scholar named Uthman Bin Abd al‐Rahman al‐Tamimi combines modern theories of globalization with Jihadi theory to argue that: ...the ISI, unlike a modern Western state, is not defined by absolute geographic boundaries, a monopoly on the use of violence, or bureaucratically‐administered services. According to Tamimi, measuring the ISI against that metric misunderstands both Islam and the globalization revolution. The ISI is structured around pseudo‐ feudal allegiances from subject to Emir, shared ideological goals, and the execution of judicial proceedings.While territory is claimed, it cannot always be held. As a result, the territory it does hold is very similar to a description of a temporary autonomous zone ( TAZ) : For him, a state's perimeter extends only so far as men stand with guns to defend it. Tamimi's vision of statehood suggests he conceives of the ISI as a governmental amoeba, constantly shifting its zone of control across Iraq's western expanses as ISI forces redeploy. It never controls all of the territory it has claimed, but demands that all residents of that territory swear allegiance to the ISI's Emir.The political goods this organization delivers do not include the material. It is assumed that is taken care of by the global marketplace and by the people themselves. What it desires to provide is enforcement of a code of conduct (the PCC has its own rules for this, the ISI's is Sharia): Tamimi lists several discrete responsibilities of the ISI, most of which involve establishing judicial processes and resolving disputes among tribal groups; another is collecting Zakat (alms). The only material services the ISI owes to its citizens is to free prisoners and support the families of those considered martyrs.In short, it could be argued that the Caliphate is already here, but in a sketchy virtual form. A great example of new history being made is found in Brazil (a situation I have written a lot about here). William Langewiesche, writing for Vanity Fair this month, has an excellent article on the PCC network/gang called, "The City of Fear" (no link yet from outside the subscription wall). In the meantime, here's a great audio interview with him on NPR's Talk of the Nation. He articulates many of the themes found here.Another great article to read is by Monte Reel, "In Rio's Slums, Militias Fuel Violence They Seek to Quell " Washington Post, March 28, 2007. He examines the rise of the militias in response to the "Traffic" (aka, drug gangs) and finds them very similar in their approach (although they use different financing methods). A NEW HISTORYHere's some philosophy to think about. In 1989, a great year for prophetic essays, Frank Fukuyama wrote " The End of History?" (it's well worth the read if you can't wade through his book on the same subject). In this essay, he made a convincing case that we are in a post-historical epoch that is devoid of ideological struggle. Liberal capitalist democracy has won and it is only a matter of time before we all live under its roof. That claim has proven generally true since that writing: all but a few rogue states (devoid of any compelling ideological alternative) remain to challenge the liberal democratic West. Further, capitalism has swept the world and we now live within a vibrant global marketplace that has the potential to meet our every material need. However, something quite unexpected has happened. The Fragmentation History began again, but in a new and even messier form. The global communications and economic system we built became an open platform that superseded (but did not replace) the authority of the state. As a result of this new connectivity, increasingly outside of the control of the (or any) state, a growing number of groups have taken advantage of this new platform to challenge the state's legitimacy to exercise authority. The interesting part is that these new organizations:
The Marketplace of Ideas This chaotic state of affairs is nearly invisible to the grand strategist that can only see things in terms of state conflict and sweeping historical movements. However, for the systems thinker that can synthesis the details and is comfortable with uncertainty, the problems that are caused by an out-of-control global system moving at break neck speed could only be solved by bottoms up spiral development. The reason is that the complexity of the current problems are such that no single solution or set of solutions is either sufficient or knowable. It is only through the trial and error of many minds in competition that the specific contextual solutions can be found (and that competition is going to be hyper-local and global at the same time). Of course, as any reader of this site will know, many of these new solutions will be extremely harmful and as a result, our long term security is based on our ability to foster mutually beneficial templates for success.José Mateus Cavaco Silva at March 30, 2007 15:45 |
link | comments
Tags: perceptions management, homeland security, mudança do modelo global, terrorismo " Ota: O Exemplo de Chicago
.
No último debate sobre o projecto de construção do novo aeroporto da re
. Fui ver de que exemplo se tratava e encontrei o projecto do South Suburban Airport de Chicago, um novo aeroporto que vai ser construído porque a principal infra-estrutura aeroportuária da Grande Chicago, o O'Hare International Airport, está a rebentar pelas costuras. Neste caso, ao contrário do que acontece em Portugal, o primeiro não vai substituir o segundo. E será o terceiro naquela área, depois de O'Hare e Midway. . tags: transportes publicado por RSF às 23:52 in José Mateus Cavaco Silva at March 30, 2007 15:28 |
link | comments
Tags: complexo salazarento e neo-corpo, ota UM PARLAMENTO MAIS SEGURO
A reforma do Parlamento proposta por António José Seguro, já aqui referida, é também tratada no Diário de Notícias que destaca a recomendação aos deputados de passarem a colocar os seus registos de interesses financeiros na Internet. Com esta recomendação, em nome da "transparência", o PS quer facilitar a consulta pelos cidadãos dos interesses dos deputados, até agora dependente da autorização do próprio, mediante um requerimento... a "Vossa Excelência". Seguro cria assim uma inconveniência ao "complexo" , veremos como isto acaba... Por mim, confesso, não estou nada optimista.
.
O programa de reforma do Parlamento que o grupo parlamentar do PS encomendou a António José Seguro já está pronto e prevê, entre outras novidades, uma recomendação para os deputados passarem a colocar os seus registos de interesses financeiros na Internet. Com esta recomendação, em nome da "transparência", o PS quer facilitar a consulta pelos cidadãos dos interesses dos deputados, muitas vezes dependente da autorização do próprio, mediante um requerimento. A nova norma, caso venha a ser aprovada, iria restituir a intenção de "controlo por parte dos eleitores", para além de funcionar "como defesa para os parlamentares", relativamente "a boatos e a insinuações".
Esta é uma das 96 recomendações que o grupo de trabalho coordenado por António José Seguro elaborou e ontem entregou ao líder parlamentar, Alberto Martins. No documento, a que o DN teve acesso, fica subentendido também que a Assembleia da República deve reflectir sobre o número de deputados (actualmente são 230), embora Seguro reconheça que a matéria foge ao âmbito do seu trabalho. "Independentemente da alteração, ou não, da composição da Assembleia da República, parece-nos recomendável que o número de deputadas e de deputados seja ímpar, como forma de evitar a situação verificada na VIII Legislatura, onde o PS detinha 115 mandatos e os restantes partidos da oposição outros tantos", pode ler-se no documento de quase cem páginas. Esta proposta permitiria prevenir situações como a dos "orçamentos do queijo", em que Daniel Campelo aprovou dois OE do último Governo de António Guterres. Outra das matérias mais relevantes que o grupo sugere é a de que todas as iniciativas legislativas têm o direito de serem agendadas, apreciadas e votadas, uma vez aceites pela mesa da AR. Na memória recente está ainda o pacote anticorrupção da iniciativa de João Cravinho, que só depois de muita negociação com grupo parlamentar do PS conseguiu ver algumas das suas propostas eleitas para discussão em plenário. Também as propostas das deputadas independentes do PS sobre o aborto nunca conseguiram ver a luz do dia. Agora, para além disto, Seguro recomenda que os deputados possam assinar eles mesmos os projectos de lei e serem reconhecidos por isso mesmo: "Por opção dos seus autores, os projectos de leis poderem ser tramitados (ordens de trabalho, convocatórias, audições, guiões, anúncios) e conhecidos pelo nome do primeiro parlamentar a subscrevê-lo." O regime de requerimentos para perguntas ao Governo é também abordado, com a sugestão de que o Executivo passe a dispor de apenas 30 dias para responder aos partidos representados na AR. A aplicação desta norma seria gradual: 60 dias já em 2008 e 30 em 2009. As nomeações ou indicações para altos cargos na esfera do Estado teriam também, no entender deste estudo, de passar por uma audição prévia na AR. Os administradores das entidades reguladoras independentes também estariam entre os visados. O PS propõe ainda reduzir a duração dos debates mensais com o primeiro-ministro, eliminando a segunda e terceira ronda, para garantir que o tempo total não ultrapassa as duas horas. António José Seguro propõe ainda um sistema de créditos para o agendamento dos partidos, o respeito obrigatório do regime das petições, a introdução do debate do Estado da região (já existe o debate do Estado da Nação, no fim de cada sessão legislativa), entre outras." José Mateus Cavaco Silva at March 30, 2007 15:07 |
link | comments
Tags: portugal, complexo salazarento e neo-corpo Financial Times Anuncia Crise em Espanha |
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
O Jumento, às 12:30 | links para este post | (9) Coices | Trackback | Permalink |
Ler o Jumento Aqui
Nota CLARO: Uma Boa interrogação ao "império" e às práticas do complexo neo-coprorativo e salazarento...
AUTO-ESTRADA FERROVIÁRIA
INAUGURADA ONTEM EM FRANÇA
mais barata, mais rápida, mais amiga do ambiente

INTELIGÊNCIA ECONÓMICA PARA
EMPRESÁRIOS E OUTROS DECISORES
|
Stratégies des PME et intelligence économique : Une méthode d'analyse du besoin |

· Petit Manuel d'Intelligence Economique au quotidien : Comment collecter, analyser, diffuser et protéger son information de Franck Tognini
· L'Audit d'intelligence économique : Mettre en place et optimiser un dispositif coordonné d'intelligence collective de Bernard Besson
· L'Intelligence Economique : mode de pensée, mode d'action

| Dominique Fonvielle
"Le 11 septembre 2001, la guerre terroriste a frappé l'Amérique dans ses symboles militaires - mais surtout économiques et financiers - les plus prestigieux ; les conséquences de ces attaques seront immenses et durables. Ainsi, le terrorisme est-il la dernière dimension d'une guerre économique déclenchée à la fin de la guerre froide, guerre dont l'Internet a longtemps été le vecteur principal, et l'hégémonie américaine le responsable majeur. Dans un monde chaotique et..." lire la suite
|
|
|
|
|
LE MONDE | 27.03.07 | 14h55 • Mis à jour le 27.03.07 | 16h03
PÉKIN CORRESPONDANT
|
27/03 |
Le patriotisme économique chinois inquiète les industriels étrangers Raidissement idéologique ou simple ajustement des réglementations à un moment où |
INTELIGÊNCIA ECONÓMICA
|
|
|
|
ANTÓNIO JOSÉ SEGURO QUER
(noticia o Correio da Manhã)
REVOLUCIONAR O PARLAMENTO
(que está mais que precisado!)

OTÁRIOS, OTA E BAT...OTA
O cenário OTA, à medida que vai sendo conhecido, apresenta-se cada vez mais catastrófico. Interroga-se a "coisa" de qualquer ponto de vista e a resposta é uma catástrofe. Seja de um ponto de vista de estratégia da economia portuguesa (o fundamental), ou de um ponto de vista de estratégia da logística (é natural que a ocidental praia lusitana tenha uma estratégia de logística para o Atlântico, em tempos de globalização...), ou ainda de um ponto de vista mais "contabilístico" (análise custos/benefícios), ou de um ponto de vista de valorização do território, ou de um ponto de vista ambiental (a Ota é uma gigantesca catástrofe arrasadora do ambiente em milhares e milhares de hectares!), ou seja de qualquer ponto de vista conhecido...
O ministro Mário Lino confunde determinação com casmurrice e fica cada vez mais parecido com aquele Estaline que nos anos vinte mandou os camponeses semear trigo na neve e... depois os fuzilou por o trigo não ter nascido. Foram milhões de mortos, nesse ano, uns fuzilados e a maioria de fome! "É assim porque eu quero" disse Estaline aos camponeses e, agora, diz-nos Mário Lino a nós. Obviamente, não pensa pagar a Ota com o dinheiro dele mas sim com o nosso pelo que bem pode ter, à nossa custa, caprichos destes! Mas deveria, ao menos, pensar nos custos políticos que isto vai ter para quem o nomeou e para o partido à conta de quem está no Governo...
Os otérios seremos nós, os Portugueses, que vamos pagar e que Mário Lino não quer ouvir, nem ver tidos nem achados nesta matéria que ele e só ele quer decidir. A Ota só interessa realmente ao lobby do betão e movimentações de terras, ou seja a uma componente do complexo neo-corporativo e salazarento... Até a outra componente, a da banca, pode fazer os seus negócios com o aeroporto noutra localização!
Alguém enganou José Sócrates sobre a Ota e alguém o anda ainda a enganar! Alguém quer mesmo tramar Sócrates!
Ver também:
A Ota da nossa confusão e descontentamento
SOBRE A OTA
Blog Bloguitica > Estratégia Nacional para a Energia Marcadores: Links, Politica, Segurança
|
Enviado Especial da ONU ignora séculos de história, desrespeita profundas questões de nacionalidade e insulta o psique da Nação Sérvia, declarando que a única solução para Kosovo é a independência. Depois de anos e anos de desenhar linhas em mapas, a comunidade internacional ocidental volta a práticas imperialistas, desta vez com o aval da Organização das Nações Unidas.
|
|
|
|
|
||
![]() |
O SEXO DE DEUS...

ou como o fellatio conduz à descoberta de verdades teológicas! Mas, muito antes da colunista do Correio da Manhã, já isso tinha sido descoberto pelos mestres-pedreiros (muito livres...) que fizeram a Sé de Lamego !

A EUROPA JÁ É UMA CINQENTONA, MAS...
|
L'Europe n'a pas de mythe fondateur mais les Grecs ont bien conté la légende de la princesse Europe
|
![]() |
|
Gustave Moreau (1826-1898)
aquarelle 27 x 90 cm
musée Gustave Moreau, Paris |
"Zeus vit Europe alors qu'elle jouait avec ses compagnes sur la place de Sidon, ou de Tyr, dont son père était roi. Enflammé d'amour pour sa beauté, il se transforme en un taureau d'une éclatante blancheur, aux cornes semblables à un croissant de lune. Puis, il vint, sous cette forme, se coucher aux pieds de la jeune fille. Celle-ci, d'abord effrayée, s'enhardit, caressel'animal et s'assoit sur son dos. Aussitôt, le taureau se relève et s'élance vers la mer. Malgré les cris d'Europe, qui se cramponne à ses cornes, il pénètre dans les flots et s'éloigne du rivage. Tous deux parviennent ainsi jusqu'en Crète, où, auprès d'une source, à Gortyne, Zeus s'unit à la jeune fille, sous des platanes qui, en mémoire de ces amours, gardèrent le privilège de ne jamais perdre leurs feuilles. "
"Dans l'art antique, bien qu'il existe de nombreuses représentation de jeune femme assise sur un taureau, peu peuvent être rattachée avec certitude au mythe de l' enlèvement d'Europe. Il est en particulier représentée au temple de Sélinonte, sur une métope du début du VIe siècle av. J.-C., et dans une peinture pompéïenne où figure la jeune fille assise sur le taureau et entourée de ses suivantes.
Cette iconographie se poursuit durant le Moyen Âge, comme allégorie du triomphe de l'amour sur la chasteté, sans doute car elle est rattachée à une constellation.

" L'art moderne développe deux iconographies distinctes de ce thème :
Au XIXe siècle, Gustave Moreau et Ingres reprendront le thème."
Grécia, aprox. entre 470 e 450 a.C .
approx. entre 140 et 160

L'enlèvement d'Europe, Titien, 1562
Rembrandt, 1632
O rapto visto por Moreau
E por Cezanne
Charles Lameire aprox. 1880
E uma visão mais contemporânea desta Europa...
Seixas da Costa fala dos desafios da Europa
eixas da Costa espera um bom trabalho da presidência portuguesa da União Europeia. O diplomata, uma das vozes mais respeitadas no que diz respeito a Assuntos Europeus, diz que a declaração de Berlim não vai ficar para a história e alerta que há outros desafios para além de um novo tratado europeu. 
.
.
Diz o Rui que
"O João Soares, desde que se informa através do Pravda em português, anda a navegar em terrenos menos castos, mais solto no espreitar e no anotar, como este post da "menina" a despir a calcinha na praia. Devem ser os ares da Serra de Sintra..."
Oh, Rui, achas que vale a pena mandar esta, que não é do Pravda mas daqui, ao João...?
Salazar é o mais votado na rtp...
Ou um Portugal que cheira mal !
no Macroscópio
.
”António de Oliveira Salazar, o velho botas, que equilibrou as finanças públicas e guardou o império do Minho a Timor, foi o mais votado no programa de Dona Maria Elisa na rtp. Nogueira Pinto, P.Portas, Zézinha... a conclusão que tiro é que o Campo Grande deve ter ligado em peso para votar no Botas, num protesto contra o Cunhal, sendo que os votantes deste fizeram o mesmo contra o Botas. E por falar em botas, somos ainda uns grandes "botas de elástico"... Trata-se dum concurso que, no III milénio, ainda coloca o velho salazar à frente, e com Aristides de Sousa Mendes, em terceiro lugar. Para espelho, confesso que a imagem provisória que ficou foi baça em demasia...
Não sabemos em que votaria a dona Mª Elisa, mas (...) Isto não deixa de ser um certo Portugal, que cheira mal...
O GOVERNO HOLANDÊS CONTRA
UMA "CONSTITUIÇÃO" EUROPEIA
" Opposition du gouvernement néerlandais à une nouvelle constitution européenne [FR]
Le gouvernement néerlandais a révélé, dans une déclaration, qu'il s'opposait fortement à une nouvelle constitution européenne, et qu'il souhaiterait un texte minimaliste." Continua AQUI
LOBBY: REGISTEM-SE...!
" Les groupes de pression européens invités à s'enregistrer dès 2008
Publié: jeudi 22 mars 2007
Le 21 mars 2007,
Many thousands of people work in
Introducing the register, which will be available from Spring 2008, Administration, Audit and Fight against Fraud Commissioner Siim Kallas said: "I hope the lobbying profession will see as an opportunity, rather than a threat - a chance to prove that their business was clean and legitimate."
"All these groups or bodies are invited to register publicly whom they represent and what their objectives are," Kallas added. "They are invited to declare funding sources and major clients. This ensures the Commission as well as the public can identify and assess the driving forces behind positions taken and interests presented."
While the system will be voluntary, the commissioner explained that only those lobbyists who were registered would be recognised as speaking for clients or a sector of industry when they contribute to comments on EU policy that are taken into account when new legislation is drafted.
Lobbyists who did not register would only be seen as speaking in their own name, undermining the weight of their comments. Those who gave inaccurate information would face sanctions.
The around 22,000 lobbyists working in
Kallas first launched plans for the new lobbyists' register in 2005 as part of a wider transparency initiative also embracing disclosure of receipients from the EU's Common Agricultural Policy.
But the project was reportedly watered down by Commission President José Manuel Barroso, Single Market Commissioner Charlie McCreevy and Trade Commissioner Peter Mandelson when it started looking "too radical," some veteran campaigners say.
But Kallas told reporters on 21 March: "No watering down has taken place. Of course, we have had discussions, but the concept has remained the same."
On the issue of perks and gifts for lobbyists, the EU has not yet suffered a scandal like that associated with Jack Abramoff
The Commission has said its existing rules for EU officials were "crystal clear," forcing them to seek permission before accepting favors or gifts, and requiring them to declare any potential conflicts of interest. Former staff need to inform the Commission about their new jobs for two years after they leave, it said.
Former telecoms commissioner Martin Bangemann left EU politics in 1999 to join the board of Spain's Telefonica SA for a reported $1 million yearly salary. EU governments launched an ethics lawsuit against him.
The Commission has only recently published a list of special advisers to commissioners, after a transparency group complained that one was on the board of two power companies at the same time as he advised Energy Commissioner Andris Piebalgs.
Administration, Audit and Fight against Fraud Commissioner Siim Kallas told journalists: "We'll come with observations and proposals in the second half of the year and see where we need to improve the situation and where it can be left alone," concerning the professional ethics of Brussels' civil servants.
"This is more workable...I find it prudent to act sooner rather than later," the administration commissioner said, adding that reports his original transparency plans had been weakened by Commission President José Manuel Barroso and the trade and industry wing of the Commission were not true.
On the issue of gifts: "The discussion about gifts sometimes becomes absurd. You cannot create an automatic system that can automatically regulate all things that can be treated as gifts."
Paul de Clerck, of Friends of the Earth Europe in
from those organisations which simply choose not to sign up. To achieve the European Transparency Initiative's (ETI) stated objective of improving public trust in the EU political process, the Commission needs to make some major improvements."
"It's a sort of breakthrough," Olivier Hoedeman of Amsterdam-based NGO Corporate
Autres articles
"Ólgarv". É assim que se pronuncia Algarve na campanha publicitária que-custou-uns-quantos-milhões-de-euros-mas-que-foi-adjudicada-por-ajuste-directo com que o Governo pretende promover a nossa província mais a Sul.
ESTÓRIA SALAZARENTA E PATÉTICA
montada à volta da licenciatura de Sócrates
A estória à volta do processo de licenciatura de José Sócrates é um processo de natureza e cultura salazarentas. Uma estória de casta, numa “cultura” que considera estarem certos lugares reservados para uso exclusivo da casta dos “doutores e engenheiros”. Uma patetice provinciana e periférica que se mantém na inércia do “mito” do “professor” salvador vindo de Coimbra ou, mais recente e mais lato senso da “universidade”. A inércia tem-se mantido porque a esmagadora maioria do eleitorado no seu analfabetismo funcional ignora a realidade da miserável universidade portuguesa e nem suspeita que ela produz, sobretudo, analfabetos sofisticados (embora a suspeita lhe possa ter aflorado o espírito ao ver certos espectáculos “tipo Santana Lopes”…).
Durante décadas, único local de (pretensa) formação de quadros superiores, a universidade confronta-se hoje com a concorrência de outros produtores de quadros superiores: universidades estrangeiras, partidos políticos, meios de comunicação, sindicatos e outras instituições. Esta situação de concorrência ameaça os privilégios da casta segregada pela universidade e põe em causa os mecanismos de controlo estabelecidos há muitas décadas.
Só um país separado da realidade em que se insere (mentalmente periférico) e ignorante dessa realidade (a euro-americana) é que pode inventar e valorizar estórias como a da “licenciatura de Sócrates”. Seria bom, portanto, confrontar a casta com algumas realidades...
No início do século XX, por exemplo, os índices de desenvolvimento de Portugal e dos países escandinavos são qualitativamente semelhantes. Durante o século XX, Portugal é “superiormente” dirigido por “professores” e outros “doutores e engenheiros”. Os estados da Escandinávia, durante, o século XX, tiveram ministros e primeiros-ministros cuja maioria não tinha tido tempo para frequentar a universidade. Alguém quer, agora, ao fim destas décadas, comparar os índices portugueses e os da Escandinávia?
Em França, o “licenciado” François Mitterrand, no início dos anos 80, destruiu a economia francesa e cancerizou a sua moeda, o franco. Quem fez a recuperação de uma e do outro? Um senhor. De profissão torneiro-mecânico e possuidor de um “certificado de estudos primários” – o senhor Pierre Bérégovoy. E, já agora, o presidente americano vencedor da “Guerra Fria” era licenciado em quê…?
A hegemonia da casta “professoral” na instância política erigiu o Estado como principal factor de bloqueamento de Portugal e conduziu-nos à miserável situação que temos vivido e ainda vivemos. Uma situação à imagem e semelhança de tal casta.
Um “jornal de referência” arvora-se hoje em meio de questionar a pertença de Sócrates à casta, pretendendo assim insinuar dúvidas sobre a sua legitimidade para ocupar “postos reservados”. A manobra é reveladora. Revela muito. Não de Sócrates, mas de quem a pratica e de quem lhe dá importância.
Se Sócrates é (ou não) licenciado é matéria que não tem o mínimo interesse político. O que é claro é que, pela cultura, Sócrates (mesmo licenciado) não pertence à tal casta. A cultura dele é outra. É a dos que têm a capacidade de saber, a capacidade de trabalhar e a capacidade de decidir. Tudo características culturais que falham (ou “falecem” como diria um grande intelectual português até de nome muito estrangeirado) à casta que no século passado privatizou o poder político, com as consequências conhecidas e ainda hoje sentidas.
Como costuma dizer um fundador do PS, que se bateu contra a ditatura salazarenta e em seguida contra os comunistas, “Deus nos livre daquela gente que anda pela universidade, faz doutoramentos e publica livros sem nunca ter passado pela vida…”
HOMBRE, QUÉ DOLORES...!

.

María Dolores Jiménez, autarca do PP espanhol, “la teniente de alcalde y delegada de Economía del Ayuntamiento de Lepe”, na Andaluzia (blanca, verde e muy salerosa)… E não pode vir-se candidatar a Lisboa...? Ao menos não parece ser mais uma bexigosa das ideias... E até parece mesmo saber ler!
Infelizmente não podemos transcrever aqui as falas porque o vernáculo desta gente é de fazer corar qualquer peixeira de Matosinhos e este blog gosta de manter o respeito e o decoro. A começar em dou-te uma chapada com a chaputa não houve limites para a linguagem desta gente.
PERCEPTIONS MANAGEMENT
+ Pistas de François-Bernard Huyghe
|
Révolution de la communication
|
Internet a-t-il bouleversé l'élection et que valent les prophéties sur fond de révolution dans la communication annonçant le triomphe du cinquième pouvoir ou des nouveaux médias? Un pouvoir à définir par rappport aux quatre autres ... |
Um Saber Próprio e Imprescindível
na Sociedade de Informação e do Conhecimento
Os dispositivos lógicos e instrumentais da sociedade industrial e mesmo dos primeiros tempos do pós-industrial (da rural e salazarenta nem falemos…) não correspondem mais às necessidades estratégicas desta nova sociedade da informação, do conhecimento e da globalização do mercado.
As necessidades estratégicas desta nova sociedade exigem novos e inovadores dispositivos lógicos e instrumentais.
Nos dispositivos que respondem e correspondem ao novo quadro de formações sociais de informação e conhecimento, num mercado global, um instrumento se destaca pelo seu carácter vital, transversal e universal – a Inteligência Económica… Um instrumento imprescindível, mesmo, ao conhecimento na sociedade da informação e no mercado global.
O “16 DE MARÇO” COMO
MAIS NINGUÉM O CONTOU
“A 14 de Março, os ultras (Presidente da República e Silva Cunha) conseguem a destituição dos generais Costa Gomes e Spínola.
E é organizar logo, no palácio de São Bento, uma cerimónia de beija-mão onde todos os oficiais generais das três armas – a brigada do reumático – se vêm inclinar diante do Primeiro-Ministro que, incomodado, se move como um autómato nos fumos dos juramentos de obediência.
O general Paiva Brandão faz a corte. Duma outra têmpera, o almirante Tierno Bagulho recusa-se na conjuntura presente, a prosseguir automaticamente.
Durante todo o dia 15, o regime conferencia sobre as medidas a tomar contra o que estes cornudos chamam “o desplante dos capitães”, mas os comandantes de unidade do Norte, regimento de cavalaria do Porto, Rangers de Lamego, demitem-se ou declaram que já não dependem do comandante da região militar.
A maquinaria põe-se a postos. Está previsto que o povo se há-de sublevar, aproveitando o facto de que em Lisboa, nas esferas, se hesita, se louvaminha, se examina e se delibera sobre o remédio a tomar.
Nessa mesma noite, quando a Comissão militar se reúne em casa do Monge, um oficial de Lamego avisa-os pelo telefone que o seu regimento se amotinou e pede instruções. Otelo esquiva-se. Monge, pelo contrário, decide aplicar o plano sem demora.
Casanova parte imediatamente para Santarém, Saraiva de Carvalho em direcção a Mafra, o capitão Marques Ramos para as Caldas da rainha. Só Monge fica em Lisboa. Está previsto que tomará o comando do Regimento de Cavalaria nº 7.
Em Santarém, a situação não é famosa. Metade dos tanques estão avariados e os que andam só têm dois tiros por canhão. Além disso, os condutores acumulam as dificuldades. Em Mafra, a EPI está em manobras e seria preciso ir procurá-la pelos campos.
Bom pretexto, Otelo retira-se. Serviria, nessa noite, o seu mestre Antunes, ou macaqueando Bonaparte, teria o poltrão levado a palma ao seu conspirador? Não impede que já só se verão contratempos na sua conduta, ou sonos suspeitos. Em Lisboa, o regimento de Cavalaria repele Monge e ocupa o aeródromo em nome da legalidade. Por seu lado, a Guarda republicana, cerca a Academia Militar e prende o Coronel Almeida Bruno.
No meio desta reviravolta, auto-estradas de Lisboa bloqueadas, o governo fechado em Monsanto, a base cheia de helicópteros para a sua fuga, os capitães dispersos pelos campos ou no chilindró, já não há ninguém para avisar as Caldas que o 16 de Março acaba de ser traído. A coluna põe-se em marcha, comandada por Marques Ramos, e, quando chega efectivamente à portagem, cruza o carro de Monge e Casanova que não sabem de nada, senão que as forças da capital que se deviam juntar a eles ainda não se manifestaram.
10:30h.: o regimento barricou-se no interior do quartel das Caldas, água, gás, telefone e electricidade contados pelas unidades leais chagadas de Tomar. Contemporiza-se, ganha-se tempo. O brigadeiro Serrano ameaçando fazê-los em picadinho, os oficiais entregam-se eles mesmos sem resistência
17 de Março de 1974: os autores do golpe das Caldas estão na cadeia. O Movimento dos Capitães viveu. O Movimento das Forças Armadas começa.
Os jornais minimizam. Caetano repreende os “inocentes”, levianos talvez *, na televisão. Tudo volta à ordem. Esquece-se Spínola, que perdeu a ocasião e mantém um silêncio absoluto sobre o fiasco. Mas Antunes, que inventou Otelo para estrangular o putsch sem ele saber, pede-lhe que retome por conta deles o plano de Casanova.
Se Portugal é vitima das potências realistas, em África a contagem regressiva da traição e da debandada já começou.
O 16 de Março é revelador, no seu imbróglio – se isto vai, isto falha – do estado de espírito de um país que, à força de intrigas, de prudência, de rumores e de boatos *, se embrulha num méli-melo (1) de putschs abortados dos quais só têm um êxito. Mais uma vez o acaso!
Os homens não são donos de nada. Os acontecimentos formam-se por si mesmos, mas depois do 16 de Março, a estrada está livre. Os capitães, ideológicos, souberam, tirar uma lição da fuga do governo para Monsanto! Vão poder pôr em execução sem falhas um plano já experimentado. Estratego modelo este Casanova, se não tivesse sido vendido. Os livros que Antunes leu, interpretados à sua maneira, conseguirão o 25 de Abril e porão Otelo em foco. Esse, tinha sido sorteado à palhinha, um bom companheiro, grato aos seus amigos, que o vestem com a pele do urso.
O historiador americano R. Daniel afirma: “ A revolução Bolchevista do 17 de Outubro foi um lançamento de dados muito arriscado, com muito poucas probabilidades de sucesso… Um acaso levou Lenine ao poder…Concurso imprevisto de circunstâncias”.
Do lançar dos dados em Portugal ia resultar um outro número.”
Dominique de Roux
in “O quinto império”

EVA MENDES

Eva Mendes, com este nome a mocinha engana... Não é portuguesa mas sim filha da diáspora cubana de Miami. E a sua primeira profissão, antes de ser actriz, era... empresária de marketing! E, agora que o dinossauro fantasma do Fidel Castro já não é deste mundo mas do limbo, ninguém ainda pensou em candidatar esta Eva a... Presidente de Cuba?! Ao menos, não apresentaria aquela barba meia-taliban, meia-esgroviada do fantasmático tirano-rex...
" O QUE É A INTELIGÊNCIA COMPETITIVA OU ECONÓMICA?
no "Inteligência Competitiva"
Nesta economia global, onde a informação é a principal matéria-prima, a rapidez de aquisição e a capacidade de tratamento da informação assegura per si uma vantagem competitiva.
Como refere o relatório Martre, documento fundador da Inteligência Económica em França, a Inteligência Económica é o conjunto de acções de recolha, análise e de difusão de informação útil aos actores económicos. No entanto, estas acções não são suficientes num contexto actual de "guerra de informação". A Inteligência Económica permite que as empresas ajam sobre e modelem a sua envolvente, por via de acções de influência e de lobbying. Permite também proteger as empresas dos riscos e ameaças, sobretudo informacionais.
Mas, como refere Bulinge, permite também a obtenção de autonomia informacional, tão ou mais fundamental hoje quanto a autonomia energética, numa perspectiva que destaca a informação e produção de conhecimento como motores da economia.
Ética e deontológica, a IE compreende apenas acções legais, embora tenha de ter presente, na componente de protecção, todas as acções ilegais de acesso e recolha de informação.
A alteração do quadro geopolítico, em particular o fim do confronto frio entre os dois grandes blocos, colocou no primeiro plano de domínio geoestratégico a competição económica, hoje cada vez mais "guerra económica". A globalização dos mercados, a aceleração sem precedentes das alterações tecnológicas agitaram e continuam a agitar a envolvente económica, cada vez mais politizada (ironia da liberalização dos mercados). Neste jogo, a super-potência norte-americana leva já um avanço considerável.
O novo quadro, dinâmico e interactivo, veio tornar mais complexos os mercados e as condições de concorrência. As empresas precisam hoje de adaptar-se às novas regras do jogo, proteger-se das novas ameaças (sobretudo informacionais) e procurar antecipar ou, mais importante, construir as condições que potenciem as oportunidades.
A informação é hoje a principal matéria-prima da estratégia. Depois de um processo de recolha, validação, tratamento, e difusão orientada para os decisores a informação torna-se "intelligence" de alto valor acrescentado que permite uma tomada de decisão e de opções mais adaptadas aos desafios do meio.
Em suma a IE impõe uma nova grelha de leitura do contexto, não só para o perceber e antecipar nos "sinais fracos" as ameaças e oportunidades, mas para o podermos transformar e melhor moldar à nossa semelhança, à semelhança da estratégia de cada país (neste caso, dos outros, porque a do nosso parece inexistente ou então está escondida) ou de cada empresa. "
SOBRE O "COMPLEXO"
QUE HÁ MUITO ALIENA
E ESMAGA PORTUGAL
Diz o Zé Adelino Maltez e eu não podia estar mais de acordo:
"A pátria está presa nas teias das manigâncias dos filhos, sobrinhos e primos de algo, esses vingativos e invejosos carreiristas que nos amarfanham, procurando controlar-nos de acordo com os procedimentos constantes do manual das velhacarias e vigarices dos inquisidores, moscas e bufos, mesmo quando rezam o terço todos os dias, editam santinhos e se ajoelham na dominical missinha."
.
Oh, Zé, mas tudo isto é uma actualizada "Arte de Furtar", que muito dinheiro rende. Não tem nada de genético e nem é qualquer fatalidade. Decorre simplesmente do modo de funcionamento do "complexo" ... Que até é muito fácil de representar graficamente, numa espécie muito simples de vasos comunicantes.
.
Tudo parte do dinheiro do Estado. Esse dinheiro serve para contratar funcionários, bens e serviços (olhe, aqui, estudos e pareceres, por exemplo...). Até aqui, tudo aparentemente normal. Formou-se, porém, há muito uma "casta" (dizer "mafia" pode ferir susceptibilidades) que açambarca esse dinheiro em "negócios" feitos à medida do desejo de quem "vende" e não do Estado que compra e ainda falseando todas as condições de concorrência (daí uma certa e justificadora "ideologia" da treta contra o mercado...). E como o conseguem? Pois simplesmente garantindo amplamente a "vidinha" a muitos (ou aos necessários...) dos agentes da instância política e também a dirigentes da máquina do Estado. Ou seja, "assinas o negócio nos termos e pelos montantes que a gente define e terás a tua recompensa e o nosso eterno agradecimento". Como o dinheiro não é de quem assina e como ficará de bolsos cheios e vidinha garantida se assinar... a assinatura aparece logo. É este, em síntese, o esquema do "complexo".
.
Percebe-se assim porque já foram contratualizados pelo Estado enormes financiamentos com a banca local a 12% quando essa mesma banca foi buscar esse dinheiro a pouco mais de 3% ao mercado internacional... E ganhou quase 9% nesta intermediação!
.
Os comandos portugueses sabem que a sorte protege os audazes. E têm razão, no seu caso. Mas aqui não é nada disso. O "complexo" não tem estaleca para confiar na sorte (que exige muito trabalho e dedicação, como os comandos também sabem). Aqui é outra a coisa. Na boa tradição bragancista e do santo ofício católico, o "espírito santo" protege o "complexo" ... Assim, quanto mais os Portugueses entregarem ao Estado, maior é o montante ao dispor do "complexo" e, portanto, mais pesada é a chapa de chumbo que se abate sobre Portugal e esmaga a sua criatividade, a sua capacidade de progredir, a sua liberdade, mesmo. Um típico caso do que a filosofia do romantismo alemão definia como "alienação"... E, portanto, mais presa a Pátria fica!
BIOTERROR - A NOVA AMEAÇA
Viral Visions
By Anthony Kimery, Senior Correspondent/Online Editor
Sometimes nightmares don’t go away when you wake up. A look at the biological scenarios scientists are confronting.
Beating Bioterror at
By Sara Francis Fujimura
Once renowned for its nuclear work, today this national laboratory is turning its attention to new threats.
New Life at the CDC
By Doug Evans
From a forgotten, outside-the-Beltway institution, the Centers for Disease Control and Prevention have emerged as a frontline fortress against bioterror.
" Gore isn't quite as green as he's led the world to believe ![]()
By Peter Schweizer
Al Gore has spoken: The world must embrace a "carbon-neutral lifestyle." To do otherwise, he says, will result in a cataclysmic catastrophe. "Humanity is sitting on a ticking time bomb," warns the website for his film, An Inconvenient Truth. "We have just 10 years to avert a major catastrophe that could send our entire planet into a tailspin."
ON DEADLINE: Your thoughts?
Graciously, Gore tells consumers how to change their lives to curb their carbon-gobbling ways: Switch to compact fluorescent light bulbs, use a clothesline, drive a hybrid, use renewable energy, dramatically cut back on consumption. Better still, responsible global citizens can follow Gore's example, because, as he readily points out in his speeches, he lives a "carbon-neutral lifestyle." But if Al Gore is the world's role model for ecology, the planet is doomed.
For someone who says the sky is falling, he does very little. He says he recycles and drives a hybrid. And he claims he uses renewable energy credits to offset the pollution he produces when using a private jet to promote his film. (In reality, Paramount Classics, the film's distributor, pays this.)
Public records reveal that as Gore lectures Americans on excessive consumption, he and his wife Tipper live in two properties: a 10,000-square-foot, 20-room, eight-bathroom home in Nashville, and a 4,000-square-foot home in Arlington, Va. (He also has a third home in Carthage, Tenn.) For someone rallying the planet to pursue a path of extreme personal sacrifice, Gore requires little from himself.
Then there is the troubling matter of his energy use. In the Washington, D.C., area, utility companies offer wind energy as an alternative to traditional energy. In Nashville, similar programs exist. Utility customers must simply pay a few extra pennies per kilowatt hour, and they can continue living their carbon-neutral lifestyles knowing that they are supporting wind energy. Plenty of businesses and institutions have signed up. Even the Bush administration is using green energy for some federal office buildings, as are thousands of area residents.
But according to public records, there is no evidence that Gore has signed up to use green energy in either of his large residences. When contacted Wednesday, Gore's office confirmed as much but said the Gores were looking into making the switch at both homes. Talk about inconvenient truths.
Gore is not alone. Democratic National Committee Chairman Howard Dean has said, "Global warming is happening, and it threatens our very existence." The DNC website applauds the fact that Gore has "tried to move people to act." Yet, astoundingly, Gore's persuasive powers have failed to convince his own party: The DNC has not signed up to pay an additional two pennies a kilowatt hour to go green. For that matter, neither has the Republican National Committee.
Maybe our very existence isn't threatened.
Gore has held these apocalyptic views about the environment for some time. So why, then, didn't Gore dump his family's large stock holdings in Occidental (Oxy) Petroleum? As executor of his family's trust, over the years Gore has controlled hundreds of thousands of dollars in Oxy stock. Oxy has been mired in controversy over oil drilling in ecologically sensitive areas.
Living carbon-neutral apparently doesn't mean living oil-stock free. Nor does it necessarily mean giving up a mining royalty either.
Humanity might be "sitting on a ticking time bomb," but Gore's home in Carthage is sitting on a zinc mine. Gore receives $20,000 a year in royalties from Pasminco Zinc, which operates a zinc concession on his property. Tennessee has cited the company for adding large quantities of barium, iron and zinc to the nearby Caney Fork River.
The issue here is not simply Gore's hypocrisy; it's a question of credibility. If he genuinely believes the apocalyptic vision he has put forth and calls for radical changes in the way other people live, why hasn't he made any radical change in his life? Giving up the zinc mine or one of his homes is not asking much, given that he wants the rest of us to radically change our lives.
Peter Schweizer is a research fellow at the Hoover Institution and author of Do As I Say (Not As I Do): Profiles in Liberal Hypocrisy.
Posted 8/9/2006 9:57 PM ET
Updated 12/7/2006 5:45 PM ET "
Como diz o Franklim Alves: Just for info... Regards. Ou... Barroso , afinal, não está sózinho!
Foto de Telenovela Colombiana
AS MAÇÃS DO RUI
DIZ O TRIBUNAL DE CONTAS QUE
LEASING MILITAR É MAU NEGÓCIO
A notícia é do CM, de hoje. E das duas uma: ou Guilherme de Oliveira Martins não percebe nada de finanças e não gosta da soberania portuguesa e dos seus imprescindíveis instrumentos ou tanta engenharia financeira foi mal engendrada e nesta bagunça tinha de dar... Em todo o caso, é algo que tem de ser esclarecido... E bem claro! E bem claro terá também de ficar que com a soberania (naquilo que ela hoje é) e com os seus instrumentos não se brinca!
|
NOVO TGV REDUZ PARA METADE
A DISTÂNCIA PARIS - MUNIQUE
(Sem comentários ao que por cá se passa há uma dúzia de anos com umas raves que nem no papel se mexem...)
" Inauguration de la LGV-Est, la ligne de tous les superlatifs
.
|
La ligne du TGV-Est va s'embraser pour son inauguration
|
Deux gares d'interconnexion concurrentes en Lorraine
|
Le TGV Est devrait largement supplanter le trafic aérien vers Strasbourg
|
Le réseau TGV français, de plus en plus européen
|
TGV-Est : des collectivités et des usagers trouvent l'addition salée
|
Le TGV Est rapprochera 20 gares françaises et dix destinations étrangères
|
By Fred Burton
Ali Reza Asghari, a former Iranian deputy defense minister and Pasdaran commander, went missing from
The
The significance of Asghari's disappearance stems entirely from his background. Not only did he serve as
In an intelligence war -- or just at routine levels of good old-fashioned espionage -- the defection of a figure like Asghari can prove useful in more ways than one. To understand this case and its potential twists and turns a bit better, let's take a look at the definitions and specific stages of the intelligence process surrounding defections: vetting, extraction and debriefings.
Defectors
To begin at the beginning, a "defector" is a person who abandons allegiance to one country in order to serve another. Like other intelligence sources, there are two basic types of defectors: those who are sought, or recruited, and those who volunteer.
Sources who are recruited are approached by intelligence agencies because they are in a certain position in government or society and have access to what is deemed important information. They are people who can provide the information to satisfy key intelligence requirements. While some sources might leave their native countries soon after being recruited, there have been many cases when it was found, after defection, that the person had worked as either an agent in place or an "agent of influence" -- someone who can help to shape government policy, public opinion or even military decisions -- for the recruiting country. Such agents can stay in place for years before "coming in from the cold," or physically defecting, to the recruiting country.
Well-positioned agents in place provide unique insight into the thinking, mindset and planning of the leadership of the government on which they have been spying. They provide crucial insight that cannot be gathered through technical means. In other words, you can use technology to take a picture of a man or listen to his telephone conversations, but those things might not provide you with information or even very good clues about his thoughts and plans. That kind of information comes only from human sources with the right access.
The second type of defector, the one who volunteers, is called a "walk-in" -- because, frequently, they literally do walk into the embassy or consulate of a foreign country and volunteer their services. Walk-ins are problematic because they often appear when they are least expected; therefore, intelligence-gathering operations involving walk-ins are often hectic affairs that must be quickly conceived and implemented. Furthermore, if the person who walks in is not careful, their very presence at a foreign embassy can out them to the host country's counterintelligence forces (which can be expected to be monitoring the embassy). That makes it difficult to retain a walk-in as an agent in place, and adds to the challenges of getting him out of the country when needed for an in-depth debriefing. However, it can be done: CIA officer Aldrich Ames was a walk-in to the Soviet Embassy in
A highly placed source like
Vetting the source -- to affirm whether he or she is genuine -- is an important part of all espionage recruitment operations, and defectors are not excepted from this rule. Many walk-ins turn out to be "fabricators," "dangles" (people sent into the embassy in an order to identify the nondeclared intelligence officers stationed there) or "double agents" (those who appear to be defectors but who actually are used to spread disinformation and to determine how the opponent's intelligence service functions). While there is not much danger of a source who is targeted for recruitment being a fabricator, there is a danger of that person being a dangle, or a double agent. Vetting of both the source and the information provided by the source is essentially a continuous process; the defector will be closely monitored (and subjected to polygraph exams) throughout his period of employment.
Extraction
Once a spy has been identified, recruited and initially vetted -- and found to be of value -- the intelligence service must determine the best way to use that person. As noted, the source might be left in place to collect additional information, or whisked out of the country for a debriefing. Either way, the source must eventually be extracted from the country in a clandestine fashion. This extraction process is sometimes called an "exfiltration" -- the opposite of an infiltration.
While some extractions can be dramatic, not all of them are
Time is an important consideration in extractions: Generally, the more time one has to plan and execute an extraction, the smoother and more low-key it will be. Location is also critical. Getting a person out of an open society is much easier than getting them out of a repressive society with strict travel regulations.
Once a defector gets to a third country for "vacation" or to "attend a conference," they can be picked up and spirited away. But again, time is a critical factor: If a person is watched closely by his government and cannot stray far from a security officer, or "minder," those planning the extraction will have significantly less time to operate than they otherwise would. Once the defector is in custody, he can be furnished with false documentation and secreted away in much the same way a subject is in an extraordinary rendition. In fact, much of the
It is even easier if the third country is friendly to the extracting country. For instance, in the Asghari case,
Debriefing
Debriefing a defector can be a lengthy process that often involves specialists from a number of government agencies. In the case of Asghari, the team likely would include members from the Defense Intelligence Agency and Special Operations Command (given Asghari's military background), and the FBI and State Department, since he might have historical information regarding Iranian-sponsored attacks by Hezbollah and other proxies, and perhaps even information pertaining to future attacks.
During the course of a debriefing, the defector would be given a complete medical and psychological exam. The psychological team often can provide important guidance on the defector's psyche and on the best approaches to use in debriefing that person -- and, just as important, subjects to raise and pitfalls to avoid.
Vetting is as important during the debriefing as in other stages of the process. This not only helps to determine if the defector is a double agent, but also can be useful in determining when the defector has run out of useful information. (At this stage, many sources will begin to fabricate information in an effort to make themselves appear to be of lasting value.) The defector likely will endure several polygraph examinations during this phase. The host country's reaction to the defection also will be factored in to the vetting equation, and other sources will be tasked to determine whether he was a double agent.
Once the defector has been completely debriefed, he probably will be resettled and employed by the government as a consultant -- someone authorities can turn to in the future with questions about personalities and events relevant to his background. He also might lead training classes and seminars to teach
Of course, given the value of an asset like Asghari, the intelligence services of numerous
Opportunities
With the United States and
This, by the way, is very likely the reason Iranian authorities did not report Asghari's disappearance to the Turkish government for several weeks. Regardless of whether the defector was thought to be already in enemy hands, Tehran would have wanted to keep its reaction as low-key as possible and information about Asghari's disappearance away from a "hostile" (meaning U.S.-allied) intelligence service until Iranian officials had a handle on the situation.
From the
Physically, the
In the wake of the defection, the
The Iranians will have to do a thorough damage-control investigation to determine every secret to which Asghari had access. They most assuredly will downplay the significance of
If the answer is "a long time," the damage to
Portugal: A Urgência da
Inteligência Económica
Por PSantos na secção Inteligência Económica, do Geoscopio
“ A Inteligência Económica (IE) é tão urgente para Portugal, quanto difícil é implementá-la de uma forma sistemática. Em boa verdade, a crise que o país atravessa desde
Não olharam para fora, não se anteciparam, e hoje sofrem. Nomeadamente, não conseguiram prever a concorrência comercial das economias emergentes (como a China), não previram o preocupante aumento dos preços da energia, não previram que uma época de OPA’s e contra-OPA’s estava para vir, e como tal, não tiveram interesse em estar permanentemente atentas às novidades tecnológicas, afim de desenvolver a sua capacidade de inovação. Como alguém disse uma vez, “ser vencido é desculpável, ser surpreendido é imperdoável.”
Muitas vezes afirma-se que Portugal não tem uma estratégia. Concordo plenamente: não tem. E não tem porque é um país “desinteligente”. é possível elaborar qualquer tipo de estratégia sem uma gestão estratégica da informação que serve de base à decisão. Um país sem informações é um país sem estratégia. E estratégia sem inteligência não é estratégia: é adivinhação.
Para inverter este quadro, é preciso que a IE se torne prática corrente em consultoria, senão mesmo uma política pública (como em França), mas sobretudo é preciso verificar-se a em Portugal a assimilação de uma cultura de inteligência. A implementação IE implica um contexto cultural adequado. E um problema entre outros é que a inteligência – ou as informações – ficou diabolizada desde o 25 de Abril, e conotada com as acções ilícitas de uma certa polícia secreta.
Essa diabolização tem tido por efeitos, uma feudalização da inteligência, justamente numa matéria que é por natureza transdisciplinar. Até
O desinteresse do país em relação ao que se passa no estrangeiro é, por outro lado, um outro legado do salazarismo. Portugal é talvez o único país do mundo que não traduz ainda a palavra “intelligence” com o sentido que lhe é dado nesta área que estamos a falar, tendo até hoje sempre sido preferida a palavra genérica “informações”. O Brasil, por seu lado, já o faz há décadas e sem qualquer complexo
Perante isto, é provável que as empresas mais receptivas a uma tal abordagem durante as próximas duas décadas serão aquelas com um alto nível de I&D, e aquelas cujo mercado se encontra estagnado e cuja concorrência se começa a hostilizar e a fazer pairar o fantasma das aquisições não solicitadas.
Mas não apenas o Estado tem de mudar de paradigma. Também as universidades e a media dos empresários portugueses. Para a universidade, a palavra de ordem deve ser pluridisciplinaridade. As universidades e as escolas de negócios precisariam efectuar uma certa mudança de paradigma, a fim que os gestores pudessem olhar para além do retorno sobre o investimento, e sobretudo, deixasse de ver o mercado como um postulado, uma realidade constante a partir da qual operam, mas como algo cujas regras são distorcíveis e passívels de alteração por via da acção humana. Por outras maneiras, deixar de ver a sua actividade numa perspectiva puramente financeira (explicativa e quantitativa) e passar a privilegiar uma abordagem sistémica (compreensiva e qualitativa). Os mercados são realidades sociais, com uma estrutura e uma dinâmica, e como tal, complexas. Se por um lado o mercado influencia a conduta e o desempenho das empresas, também a conduta das empresas pode influir no mercado.
E quem diz no mercado, diz na envolvente
Os empresários, por seu lado, deverão saber que, numa economia pequena e aberta como a portuguesa, estão sob o fogo cruzado da mais hostil guerra económica.
Três prioridades deverão estar, em minha opinião, no radar do empresariado português:
1 - Surpreender o invasor - As economias emergentes asiáticas: Por exemplo: há que detectar a tempo quando é que a China vai produzir um novo produto de baixa tecnologia mais barato do que aquele que fazemos. E anteciparmos esta ameaça com um produto de melhor qualidade, baseado em alta tecnologia. Paralelamente, há que inteirar-se com rigor de todos os defeitos provenientes de um tal modelo económico – má qualidade dos produtos, trabalho infantil ou presidiário, negligências ambientais – e utilizá-los sistematicamente numa dinâmica ofensiva contra a reputação destes concorrentes.
2 - Dividir para reinar - União Europeia e Espanha: na sua condição de dupla periferia (da Europa e da Península Ibérica) o empresário necessita de redobrar a sua atenção em relação a estas duas realidades. Ao nível europeu, um dispositivo em tempo real de vigilância jurídica e política da actividade em Bruxelas e nas principais capitais europeias deve ser considerado, afim de não só detectar potenciais novas oportunidades de negócio, como também para melhor exercer lobbying e influência para que as decisões de Bruxelas pendam a favor dos seus interesses, e não do de outros no outro lado da Europa. Em Espanha, entre outros aspectos (como a detecção de oportunidades de mercado), o empresário português deverá inventariar os “descontentes” espanhóis contra o centralismo, tanto empresários e outros actores da sociedade civil e entidades locais, bem como cartografar as suas redes relacionais, afim de poder preparar uma estratégia de influência no país vizinho. A agressividade das empresas espanholas deverá ter uma resposta à altura, baseada em informação de qualidade.
3 - Partir em Expedição – Lusofonia e diáspora portuguesa: a língua portuguesa é o activo mais precioso do nosso país para uma estratégia de influência nos mercados internacionais. Os laços de co-etnicidade com 4,5 milhões de pessoas espalhadas pelos quatro cantos do globo também. Os empresários portugueses devem olhar para lá do “mercado da saudade” e não devem esperar pelo Estado para descobrir o potencial em termos de influência e informações que representam as redes de diáspora empresariais e científicas portuguesas, que já pouco têm hoje a ver com a imagem da “mala de cartão” de há 30/40 anos atrás. Negócios e conhecimento vão de braço dado com estas redes ainda quase completamente desaproveitadas.
O espaço lusófono não deve ser esquecido para todo o empresário que pense em internacionalização, sobretudo o Atlântico Sul: Brasil e Angola. Tratam-se de economias emergentes onde as consultoras ocidentais de inteligência não entram com a facilidade que estão habituadas no mundo desenvolvido, pelo que a proximidade gerada pela história e pela língua pode constituir um trunfo para fazer face à concorrência de outros investidores estrangeiros. Mas há que o fazer depressa.”
Não entendo a turba-multa à volta e contra o museu salazarento. Por mim, sou a favor de tal museu. Só ponho uma condição. Meter lá tudo o que resta do botas. Salazarentos todos incluídos. Nem que seja liofilizados, para não ocuparem muito espaço. À solta, a "andar por aí", é que não. Todos para o museu, já.
OPUS NA RECICLAGEM
Há dinheiro, muito dinheiro, no negócio da reciclagem e este segmento de negócio tem futuro. Se dúvidas houvesse, elas desapareciam totalmente ao verificar-se como a Opus decidiu controlar o sector, com a sua habitual táctica do "entrismo" (copiada de uma das correntes trotsquistas). A táctica consiste em, usando das influências já existentes, colocar peões em lugares de decisão. Uma vez colocados, os peões, tão prosélitos quanto discretos, refazem a estrutura, cortam as ligações correntes da entidade e refazem-nas muito convenientemente e inserem rapidamente a entidade assim controlada no seu universo de influência, controlando o negócio e explorando completamente a sua cadeia de valor...
Estrategicamente colocada no centro do sector da reciclagem e gozando de excepcionais privilégios, a Sociedade Ponto Verde está mesmo na posição de fruto apetecido e é o ponto ideal de ataque para uma manobra de controlo do sector. Um pouco esquecida, no momento em que está muita gente ofuscada pelo "barulho das luzes", a SPV ficou madura... O complexo económico neo-corporativo e salazarento chega à reciclagem... para a controlar e explorar e não para ser reciclado! Abençoado lixo!
Sobre esta matéria já se tinha, há largos dias, escrito em "OPA… O PÁ PT !" que "em comunicação, a estratégia não é importante, é decisiva! E a comunicação, no actual tempo e espaço que é Portugal, não é uma arma, é a arma estratégica decisiva. Belmiro de Azevedo arrisca-se a descobrir esta verdade da pior maneira e pelo preço mais alto. Mesmo que venha a conseguir a OPA, o preço já pago por uma comunicação sem estratégia é o mais caro que alguma vez alguém pagou, em Portugal. Se perder, então, nem se fala…Quem explica ao tio Belmiro que é com a comunicação que se ganha… dinheiro. ”
Perdeu… Talvez agora Belmiro de Azevedo (e muita gente com ele) perceba que não se afrontam "blindados" sem dispôr de mísseis capazes de os fazer explodir. Os "blindados" não foram atacados de forma coerente, portanto, não explodiram e desbarataram a ofensiva de Belmiro, conduzida ao modo e com as armas dos anos setenta do século passado.
As reacções de desagrado (e desânimo face a este incorrigível Portugal) foram, sobretudo, emotivas. Pouco de inteligência.
Sugestão a Belmiro de Azevedo. Antes de lançar qualquer outra ofensiva (que deve lançar...), traga à sede da Sonae, para seminários totalmente fechados com os seus quadros superiores, dois tipos de conferêncistas. Um, primeiro, para lhe falar de "inteligência económica". Alguém como Philippe Caduc, da ADIT . E, segundo, alguém como Karl Rove para explicar o que se faz com o "perceptions management"... E só depois preparar a ofensiva com uma bem definida "estratégia de alvos". Verá, engenheiro, que ganha!
DA OPUS À MAÇONARIA...!?
ou os insondáveis caminhos de certas "evoluções espirituais" sob a influência de públicos "metais"
Os caminhos da espiritualidade são, de facto, insondáveis. A influência da "economia pública", submetida aos "aléas" das alterações de Governo, na evolução espiritual de certos "administradores" revela-se também surpreendente...
Caso de estudo: Imagine-se um dirigente (quem será...?) de uma holding pública que depois de, nos tempos de Guterres e Barroso, ter andado a ajudar à missa, ter andado pelos "cursillos" e por corredores da Opus, ousa agora, depois do PS ter regressado ao poder, conceber a esperança de entrar na Maçonaria, indo bater à porta do "Oriente" do dr. António Reis.
Temos assim um exemplar caso de estudo do modo como a alteração do poder político provoca convulsões espirituais
em pessoas mais susceptíveis e sensíveis, quando elas se situam na esfera das empresas públicas. Eis também um magnífico assunto para uma tese de doutoramento "Da influência da economia pública na evolução espiritual de gente susceptível".
O homem tem uma "esperança"... Tal como Santo Agostinho dizia dos "caminhos do Senhor", também os caminhos da evolução espiritual são insondáveis! Mas que dirá "O Porteiro do Templo" destas amálgamas dos "metais", do "profano" e do "sagrado"?
"L' Espoir" e "Le Portier du Temple" são obras recomendadas pela Detrad
Wellcome "Inteligência Competitiva"
É com alegria que o CLARO dá as boas-vindas ao Inteligência Competitiva, o novo blog (da escassíssima meia-dúzia...) de inteligência económica. Os melhores sucessos para esta iniciativa de um dos primeiríssimos mestrandos portugueses nesta temática imprescindível à sobrevivência e afirmação de empresas, instituições e estados em tempos de mercado global e sociedades de informação... Um grande abraço, AGN.
Ver o “I.C.” no link abaixo:
" Blog de Inteligência Competitiva, Inteligência Económica e Guerra da Informação "
" Ségolène Royal, candidate socialiste à la présidentielle, a ajouté mercredi le mot sororité (équivalent féminin de fraternité) à la devise de la France "liberté, égalité, fraternité" et a mis tout en oeuvre pour galvaniser les femmes, lors d'un meeting à Dijon à la veille de la Journée des femmes. L'événement
Quelque 10.000 personnes, 7.500 dans la salle et plus de 2.000 à l'extérieur, s'étaient rassemblées pour le meeting auquel ont participé des dizaines d'élues de gauche et des invitées étrangères.
Très à l'aise et détendue, Ségolène Royal a tenu à secouer les femmes pour les faire sortir de mauvaises habitudes. "Ne laissons plus le doute s'insinuer dans nos têtes sur nos capacités, nos légitimités, nos compétences, notre carrure, notre stature", a-t-elle lancé. "C'est aussi dans nos têtes qu'il faut faire le ménage", a-t-elle ajouté. " Continua AQUI

J. BARROSO APANHADO
PELO "TIMES" DE HOJE
Mas justifica-se dizendo que "nunca se viu a si mesmo como exemplo" e que "a perspectiva moralista não é a minha". De resto, a culpa é dos outros, pois "as pessoas são responsáveis...". Um José Barroso, portanto, no seu melhor...

INTELIGÊNCIA ECONÓMICA :
O CARO ATRASO PORTUGUÊS
Dois óptimos textos de Pedro Santos, no Geoscopio, sobre o lamentável e muito dispendioso atraso de Portugal na Inteligência Económica e sobre a absoluta imprescindibilidade da IE para a sobrevivência de empresas e países no actual mercado global
Portugal: A Urgência da Inteligência Económica (1.ª parte)
Portugal: A Urgência da Inteligência Económica (2.ª parte)
Leitura recomendada a todos os decisores económicas, políticos e, mesmo, aos da administração pública.
NA FRONTEIRA SUL PORTUGUESA
Since the Algerian terror group GSPC officially changed its name to Al Qaeda in the Islamic Maghreb, an acceleration of attacks has occurred. For more please read here, here.
.
The latest two attacks in Algeria in two days killed 11: one attack on Saturday was targeting Russian contractors and the one on Sunday Algerian police force.
After the recent attack on US contractors, Al Qaeda in the Islamic Maghreb has clearly decided to attack foreigners as well as locals and that's a big change.
Now, Morocco is also a very potential target, as recently confirmed by Western intelligence reports which fear specific attacks on Western interests in the country.
For the first time since the attacks of May 16, 2003 lists of sought after terrorists have been widely distributed and broadcast in the media, inviting the population “to help the security services to find where two particularly dangerous members of Al-Qaeda hide”.In the last weeks multiple arrests have occurred and the tension is more than palpable. In less than one week, at least two meetings took place between all the security services with the objective to adopt a strategy which takes into account the new regional threat of Al-Qaeda.
Priority is given to the collection of information.Security agents are going to be focused on watching the new arrival in the suburbs, the new day laborers on the construction sites… Agents in plain clothes will mix with the crowd which waits in front of certain consulates.
In Casablanca, some agents have even started to account for all the hardware stores (potential buying place for getting explosives), the cybercafés and the apartments occupied by single people in various areas of the city.
The security measures were particularly reinforced in the area of Tangier and Tétouan. Two experts in explosives would be, according to several news services, infiltrated in Morocco through the Tangier harbor. Various members of sleeper cells of Al-Qaida in Europe have also moved to the Maghreb since the merger between GSPC and Al Qaeda was sealed.
For a few days, all the cars entering or leaving Tangier have been systematically searched. Parking is from now on prohibited nearby the consulates and certain significant buildings in the city.
More than ever the Maghreb is turning into a major front on the war against radical Islam.
INTELIGÊNCIA ECONÓMICA E
INTELIGÊNCIA ESTRATÉGICA
proposta de definição
A Inteligência Económica e/ou Estratégica é o saber específico do tempo em que a informação se tornou a principal matéria prima. Se é económica ou estratégica depende do ponto de observação e de trabalho.
Sobre as diferenças de discurso semântico e até, aparentemente, conceptual que surgem entre o discurso americano e certos europeus (os franceses, por exemplo) consideramos que têm sobretudo que ver com as diferenças reais de histórico, de situação, de posicionamento, de cultura e de práticas correntes, quer das empresas, quer das Administrações Públicas e dos Governos, entre as duas margens do Atlântico Norte. Dissecados os discursos e expurgados do circunstancial, percebe-se que partilham e são organizados por uma matriz comum, obviamente, meta-circunstancial.
O peso do circunstancial revela-se, por exemplo, nas diferentes importâncias e enquadramentos que os discursos americano e europeu (para o exemplar caso francês, ver F-B Huyghe ) concedem ao "perceptions managment". Na cultura e prática americanas, a forma de Huyghe colocar a questão não é, certamente, a mais adequada... Mas, em França, a matriz do discurso não poderia manifestar-se de modo outro.
Em Portugal, estamos no início e não existe ainda um discurso estruturado. Existem abordagens dispersas, desarticuladas e até apenas pontuais. Temos, portanto, a oportunidade - e convirá aproveitá-la - de fazer mais que "traduzir do estrangeiro para calão" (para usar uma expressão do meu amigo José Adelino Maltez) e de construir um discurso que tenha em conta a circunstância portuguesa, integre as suas especificidades e tenha rigor teórico.
.
Sites e Blogs Portugueses sobre estas temáticas:
QUANDO JOSÉ BARROSO
DECRETA REVOLUÇÕES...
.
Franklin Alves no Jornal de Negócios de hoje:
.
" Uma nova revolução industrial, mas por decreto!
Parece que uma nova revolução industrial se avizinha!... Pelo menos a acreditar nas palavras da Comissão Europeia que, a propósito do seu plano para a energia, afirma que a Europa vai liderar a nova revolução industrial do século XXI!
O curioso é que, a ser assim, esta será a primeira revolução económica na história da humanidade a ser realizada por decreto… De facto, para os burocratas de Bruxelas tudo se resolve à custa de directivas! Mas temo que, apesar do voluntarismo bem intencionado do Presidente da Comissão Europeia, esta revolução não se concretize.
Aliás, a Comissão Europeia – e, a bem dizer, os Estados Europeus – são especialistas em fugas para frente. E, de um modo geral, essas fugas saem caras aos cidadãos em termos da imposição de restrições adicionais à sua liberdade ou de novos ónus adicionais sobre a economia, que tendem a reduzir a sua competitividade. Veja-se a questão da constituição europeia ou, noutra dimensão, a famosa directiva REACH que irá afastar grande parte da indústria química da Europa.
O lamentável é que, ao mesmo tempo que se fazem estas declarações grandiloquentes e de eficácia duvidosa, para não dizer nula, a Comissão Europeia falhe em toda a linha nas suas obrigações de aumentar a liberdade económica e a competitividade da economia europeia.
E os exemplos desta ineficácia abundam. Ainda agora ficámos a saber que, contrariamente, aos objectivos anunciadas, as “golden shares” não irão ser abolidas, continuando a adiar-se uma reforma fundamental para o aumento da eficiência das empresas e dos mercados de capitais.
É mais uma reforma que fica no tinteiro, a exemplo do que sucedeu com a directiva de liberalização dos serviços que, ao ser anulada nos seus objectivos, reduziu significativamente a possibilidade de aumentar a concorrência no espaço da União Europeia.
Da mesma forma, o famoso projecto de MIT europeu arrisca-se a ficar no tinteiro das ideias brilhantes mas inconsequentes por falta de patrocínios. E veja-se o que se passa com o projecto AIRBUS, ex-libris da superioridade industrial europeia que ameaça soçobrar às mãos dos egoísmos nacionais dos vários Estados interessados que tendem a invocar a superioridade da União Europeia sempre e só quando o seu interesse nacional não está em jogo.
Seria muito mais útil que, em vez de se anunciarem revoluções, se lançasse um debate profundo sobre as verdadeiras causas do crescente atraso da Europa e se ousasse iniciar um processo de reformas estruturais que conduzisse a mais liberalização e flexibilização dos mercados europeus.
Como é possível fazer uma revolução mantendo os seus motores em ponto morto, agrilhoados ao estatismo e ao proteccionismo arcaico que os estados europeus teimam em manter? "
SEM ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO ERA FATAL A DERROTA DE BELMIRO O preço da derrota da Sonae ou como Granadeiro Enche os Bolsos a Espíritos, Berardos, Telmex, etc
"...Granadeiro lanzó la misma noche de la reunión del consejo la nueva estrategia de PT, considerada por los analistas como una especie de autoOPA alternativa, diseñada por el vicepresidente y consejero financiero, Zeinal Bava, para tratar de blindar al grupo contra la embestida de Sonae.
El plan de Bava promete que, si la OPA falla, PT pondrá en marcha un plan de remuneración y recompra de acciones propias por 6.200 millones de euros. Las previsiones contemplan comprar un 16,5% del capital de cada socio y amortizarlo. Según Bava, PT estaría dispuesta a pagar "cómodamente" 11,5 euros por acción, lo que equivale a gastar 2.100 millones. Pero la medida, dicen los analistas, no trata simplemente de meter dinero en el bolsillo de los accionistas para llevarlos a su causa; es más ambiciosa y mata varios pájaros de un tiro.
PERCEPÇÃO DA CRISE
CRISE DA PERCEPÇÃO
Os novos media alteram radicalmente as nossas formas da percepção do mundo (e, portanto, o mundo...). Numa crise, a sua gestão já não pode realizar-se hoje como ainda "ontem". Francois-Bernard Huyghe trata o tema, com grande mestria, em " Les nouveaux médias : des enjeux principalement symboliques et culturels ".
" Avec l’émergence de nouveaux médias, le monopole d’administration de la preuve n’existe plus. Le contenu ne suffit plus et la relation établie avec les interlocuteurs doit faire l’objet d’une forte attention. (...) L’on passe à un exercice de rhétorique, maîtrisé par l’entreprise, à un exercice d’éristique qu’elle ne maîtrise pas. Il faut donc savoir écouter ses interlocuteurs et faire montre d’anticipation. (...) A l’heure des nouveaux médias, les temps se raccourcissent et chacun tente d’obtenir des informations de manière de plus en plus rapide. Cette évolution a une conséquence évidente : tout discours officiel a son contre-discours, qui devient très vite disponible. (...) Mais le principal travail est d’ordre culturel, les entreprises doivent se préparer à cette nouvelle culture et ces nouvelles règles du jeu. "
Ver ainda:
IRAQUE: QUEM GANHA?
na Foreign Policy

Ségolène Royal Lidera Movimento
de Apoio à Aeronáutica Francesa
PRESIDENTES PS DE OITO REGIÕES DE FRANÇA
QUEREM ENTRAR NO CAPITAL DA EADS/AIRBUS
Par ailleurs, sur cette même question du capital d'EADS, Philippe Douste-Blazy, ministre des affaires étrangères, a jugé vendredi qu'il était "prématuré" de parler d'une éventuelle entrée du Qatar, comme cela avait été évoquée en début de semaine par son homologue du commerce extérieur, Christine Lagarde. Philippe Douste-Blazy a toutefois ajouté: "il est évident que ceux qui souhaitent investir et en particulier les amis d'Airbus sont tout à fait à même de le faire, à condition qu'il y ait une entente évidemment entre tous les actionnaires".
Pour le moment, le capital d'EADS est réparti comme suit: 29,95% pour Lagardère et l'Etat français; 22,5% pour Daimler Chrysler, 7,5% pour un consortium d'investisseurs en majorité allemands, au sein desquels on trouve les Länder; 5,5% par l'Etat espagnol via sa holding publique Sepi; le reste du capital est flottant. »
in L’ Express
MAS DE QUE RI ESTA GENTE...?!
A Lusa apanhou assim a reunião do Conselho de Estado, convocada na sequência da demissão do Presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, esta sexta-feira... Fica-se sem saber de que ri esta gente. Note-se a diferença entre o esgar de circunstância de José Sócrates e o riso aberto dos três laranjinhas. O Carlos César, pela cara, é que não achou piada nenhuma à anedota. Natural, ele é um dos mais lúcidos políticos portugueses e, portanto, sabe bem que estes não são tempos de risota, muito menos no Conselho de Estado...
COMEÇAM AS "BERNARDAS"
nas presidenciais francesas